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Adriano Ribeiro

Adriano Ribeiro

Adriano Ribeiro é colunista do Informe e traz informações sobre os bastidores da política e cotidiano de Caçador e Floripa/São José.
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Terminam na próxima sexta-feira, 22, as inscrições para o Mestrado em Fisioterapia da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), ofertado no Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid), no Bairro Coqueiros, em Florianópolis, com ingresso no segundo semestre. Acesse o edital.

As inscrições podem ser feitas pessoalmente, das 11h às 17h, na secretaria do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt), ou via Sedex, com data de postagem até esta segunda-feira, 18.

Para se inscrever, os candidatos precisam ter concluído a graduação ou estar no último semestre – nesse caso, é necessário entregar uma declaração que comprove a colação de grau.

Os interessados deverão enviar a documentação exigida, com o formulário de inscrição, conforme especificado no edital (o formulário deve ser digitado e a inscrição entregue em envelope fechado).

Serão oferecidas 28 vagas na área de Avaliação e Intervenção em Fisioterapia, distribuídas em três linhas de pesquisa:

  • Avaliação e Intervenção em Fisioterapia Cardiorrespiratória.
  • Avaliação e Intervenção Fisioterapêutica no Controle da Postura e do Movimento Humano;
  • Fisioterapia Neurofuncional: Mecanismos Neurobiológicos, Avaliação e Intervenção em Adultos/Idosos.

A homologação das inscrições será divulgada no dia 27. O processo seletivo ocorrerá entre 3 e 6 de julho e inclui prova de inglês, análise de currículo e do pré-projeto e entrevista. O resultado será publicado até 10 de julho, na secretaria e na página do programa.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. e pelo telefone (48) 3664-8660.

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Começa nesta terça-feira (19), dia do cinema brasileiro o 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul - FAM 2018 - com Fórum Audiovisual que reúne Encontro de Mercado com Players, Rally Universitário, Palestras, Oficinas, Lançamento de livros, Painéis e é claro o Festival com a exibição de 58 filmes de 10 países - Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia,Estados Unidos da América (por coprodução com o Brasil), Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

A programação do dia, assim como a de todo o resto da semana, é intensa e  começa logo pela manhã com o Encontro de Coprodução do Mercosul, no hotel Maria do Mar. O Encontro reúne diferentes produtores da América Latina que terão a oportunidade de apresentar projetos para 10 Players, seis canais de televisão - Canal Brasil, Globo News, Box Brazil, Cine Brasil, Canal Fox e Woohoo e quatro distribuidoras.

Já no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina, as atividades começam com a abertura da exposição de fotos “Pixote e a arte do still no cinema” no Hall da Reitoria a partir das 17h30min.

A partir das 18h, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, começa a apresentação da Mostra Paralela de Música com a Orquestra de Choro Campeche, comandada pelo bandolinista Geraldo Vargas.

A Abertura Oficial do FAM 2018 está programada para às 18h30min no Auditório Garapuvu e na sequência a primeira noite de exibição dos filmes da Mostra Curtas Mercosul e Catarinense.

Os dois filmes Catarinenses da noite são:  Par Perfeito, de Débora Herling, tem como personagem um par de tênis com grande curiosidade pelo mundo e quer participar dos acontecimentos da vida de sua dona e Garoto VHS, dirigido por Carlos Daniel Reichel, que traz uma sensível abordagem sobre um adolescente que tem uma câmera no lugar da cabeça, com a qual devolve memórias perdidas a uma garota.

Na abertura da Mostra Curtas Mercosul estão os dois filmes brasileiros, Coral da Ponta, de Alan Stone Langdon, é um vídeo-arte experimental, produzido na Ponta do Coral, em Florianópolis, a partir da performance Dança Coral, realizada em 2016 e o documentário em animação O Malabarista, de Iuri Moreno, tem como personagens malabaristas de rua das grandes cidades. Encerrando a mostra o filme paraguaio o documentário Ekõ, de Claudio Servin Rios, que reuniu seis realizadores audiovisuais de distintos países (Paraguai, Chile, Argentina, Colômbia e Alemanha) para retratar a comunidade indígena Aché de Ypetîmí, de Caazapá, no Paraguai.

Para abrir a Mostra Convidada Longas Mercosul, às 21h, o filme Açúcar, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, o longa-metragem que discute oligarquias e preconceitos no Brasil.

O 22º Florianópolis Audiovisual Mercosul tem o patrocínio do Funcultural, Fundação Catarinense de Cultura, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes, Governo do Estado de Santa Catarina,  do Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE - , Fundo Setorial do Audiovisual - FSA -, Agência Nacional de Cinema - Ancine - , com apoio da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina e realização Associação Cultural Panvision, Muringa Produções Audiovisuais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

A programação completa está disponível no www.famdetodos.com.br  

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A Fundação Cultural Badesc promove na terça-feira (19/06), às 19h, o lançamento do livro Do Lado de Dentro do Mar, da autora Daniela Stoll. O romance conta a história de três mulheres que buscam autonomia em relação ao cotidiano e ao próprio corpo.

A autora que é natural de Florianópolis conta que se dedica à escrita desde criança, mas que para essa obra trabalha, especificamente, há cinco anos, entre escrita, reescrita e edição.  “Uma frase que me ajudou a finalizar o livro, nos últimos dois anos, foi de Helene Cixous: A mulher deve escrever a si mesma: deve escrever sobre mulheres e trazer mulheres para a escrita, de onde elas foram afastadas, tão violentamente quanto de seus corpos”, citou a autora.


O livro publicado pela editora Patuá tem 166 páginas e seu valor de comercialização será R$ 40. A entrada do evento é gratuita.

Sobre a  história

Sílvia, Margarete e Joaquina nunca conviveram, mas agora moram juntas. Enquanto elas buscam maneiras de manter suas autonomias, de exercer suas sexualidades e de construir suas relações afetivas, a Florianópolis que se cria entre as personagens é uma cidade segregada e marcada por lutas antigas.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Do Lado de Dentro do Mar, de Daniela Stoll.

Quando: 19 de junho, às 19h.

Local: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto , 216, Centro de Florianópolis.

Entrada gratuita

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Uma ilha, tradições seculares, uma jovem corajosa e muitas peripécias oceano afora. “Aventuras em Alto Mar” tem tudo a ver com Florianópolis. O musical é uma realização da Cia Grito de Teatro de SC. A magia da Disney e o glamour das grandes peças da Broadway são ingredientes trabalhados pelo diretor-geral e produtor artístico Gabriel Ubirajara, que também interpreta o semideus Maui. 

Carolina Marcílio, cantora e vlogueira catarinense que, juntamente com a irmã Vitoria, tem quase 4 milhões de inscritos em seu canal no YouTube, é a personagem central. O codiretor Jamil Vigano vive o papel de Tamatoa, o caranguejo gigante e dono do Reino dos Monstros. “O musical é uma grande jornada de autoconhecimento. Traz uma bela reflexão para a plateia. Fala sobre a união das pessoas e o descobrimento do nosso papel na sociedade”, avalia Gabriel. 

Uma jovem moradora da vila Motonui, atraída pelo mar, luta consigo mesma entre ouvir seu coração de aventureira ou se tornar a grande chefe de sua ilha. Após descobrir o segredo de seus ancestrais e o perigo que seu povo irá enfrentar, a filha do chefe se vê repleta de questionamentos. 

Um pedido de sua avó é o que a faz embarcar em uma grande aventura, cruzando o oceano para salvar sua vila. Durante esta longa jornada para deter a escuridão, a jovem aventureira sai em busca de um lendário semideus, que a ajudará a enfrentar todos os desafios e perigos que encontrarão pela frente. Juntos, eles vivem momentos únicos e grandes aventuras em alto mar.

“Me identifico bastante com essa história. Divido minha vida entre a aventura artística do teatro musical na Cia Grito e o lado chefe de comandar a minha empresa produtora de eventos”, diz Gabriel, emocionado com o fato de ter assistido o filme da Disney no cinema, em fevereiro de 2017, com a mãe, Alba Campos. Ela, com quem tinha fortíssima ligação, morreu um mês depois e hoje dá nome à empresa de eventos que Gabriel comanda. “Espero que o musical abra os horizontes da plateia e suas visões sobre a vida. Devemos dar valor àquilo que verdadeiramente importa".

Com apenas 18 anos, Carolina Marcílio esbanja maturidade ao falar do seu trabalho como protagonista do musical. “Eu e a personagem central temos em comum a certeza de que nós, mulheres, podemos fazer a diferença e não dependemos de ninguém para isso. Somos fortes e capazes o bastante. Na preparação de elenco que fiz na Cia Grito, nós quisemos deixar isso muito claro”, analisa a atriz, que já vive uma carreira de sucesso na internet.

“Eu e me minha irmã Vitoria fazemos no YouTube, além de covers e músicas autorais, respostas para letras misóginas. Reescrevemos de forma a empoderar a mulher. "Aventuras em Alto Mar" é totalmente sobre empoderamento feminino”, completa Carol.

A Cia Grito, considerada uma das maiores companhias de teatro musical do Sul do país, completa 13 anos em 2018 e festeja com esta superprodução. Todas as músicas são cantadas ao vivo e as coreografias e cenas são comoventes. Uma troca de figurino no palco promete surpreender o público. O espetáculo, com 1h30 de duração, conta com cerca de 40 artistas e 20 técnicos de produção.

Sobre os protagonistas

Carolina Marcílio

Atriz e cantora da Cia Grito desde 2016, ao lado de sua irmã Vitoria Marcílio, ela forma a dupla musical Carol & Vitoria. Destaque absoluto na internet, no YouTube já atingiram 3,8 milhões de inscritos e 200 milhões de acessos no canal em apenas um ano. Natural de São José (SC), a artista é considerada uma grande promessa da música nacional.

Gabriel Ubirajara

Diretor, ator, cantor, coreógrafo e dançarino, Gabriel Ubirajara compõe a Cia Grito desde 2014 e é o atual presidente. Atuou nos espetáculos “Broadway: Por Trás das Cortinas” (2015), “Oratória - Paixão e Morte de Jesus Cristo” (2015), “28ª Feira da Esperança – Animal Show” (2015), “Especial 10 Anos Cia Grito (2015)”, “Sempre Mulher – Alesc” (2015), “Um Sonho de Natal” (2016), “Tributo ao Rei Leão” (2016) e “Tributo ao Rei Leão: o Ciclo Continua” (2017). Cantor e coreógrafo em eventos sociais, também participou do Coral Grito em 2016.

Jamil Vigano

Diretor, ator e cantor catarinense, Jamil Vigano é formado em Produção Publicitária e Interpretação para TV, Cinema e Teatro. Em seus 18 anos de carreira, acumula espetáculos teatrais, musicais, campanhas publicitárias, participações em bandas e no curta-metragem “Feriado”, filme premiado no Festival Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) e assistido em diversos países. Foi presidente da Cia Grito de Teatro de SC nos anos de 2016 e 2017.

Serviço

O quê: musical “Aventuras em Alto Mar”;

Quando: dias 30 de junho (sábado) e 1º de julho (domingo);

Local: Teatro Ademir Rosa (CIC);

Preço: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada). À venda na bilheteria do teatro ou no site Ingresso Rápido.

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"Quando eu sair daqui vou ensinar às crianças de comunidades carentes tudo o que aprendi. É para dar uma opção de vida a elas, oferecer a chance de aprender uma profissão." Esse é o desejo do detento J.L.W., 35 anos, reeducando do Complexo Penitenciário de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis.  Ele é um dos 429 presos inseridos no sistema de ressocialização da unidade penitenciária de segurança máxima. Passa os dias exercendo o ofício de marceneiro na montagem de carretas náuticas. Quando pode, reaproveita pedaços de madeira e produz alguns artesanatos.

A vida no cárcere ganha novas perspectivas a partir do trabalho. Em Santa Catarina atualmente há 6,2 mil detentos em atividades laborais, o que corresponde a 31% da população carcerária do Estado. São mais de 180 convênios com empresas e órgãos públicos. Em 90% das 50 unidades prisionais em Santa Catarina há projetos de ressocialização por meio do trabalho.

A estratégia de ressocialização baseia-se no respeito e no trabalho. Para ter acesso a uma vaga, o detento deve ter boa conduta por, no mínimo, seis meses. "Percebemos que os detentos apresentam uma melhora significativa de comportamento. Isso se reflete não só entre os que trabalham, mas também entre aqueles que desejam uma oportunidade, já que o bom comportamento é um fator determinante para conseguir uma vaga", explica o gerente laboral do Complexo Penitenciário, Paulo César Morais. Além da análise comportamental, o candidato passa também por avaliação psicológica.

"Quero mudar de vida quando sair daqui", desabafa o detento A.T.C., 30 anos, que deve ficar livre em aproximadamente um ano. Ele é um dos líderes da equipe que monta aparelhos telefônicos para uma grande empresa do ramo.

Produtividade

Ambientes pesados ficam mais leves e se transformam em fábricas. No intuito de reduzir o percentual de reincidência criminal, a ociosidade dá espaço à produtividade.

Em São Pedro de Alcântara as linhas de produção vão desde a montagem de produtos como telefones, embalagens, carretas náuticas e cadeiras odontológicas, até o acabamento e o polimento de peças para a indústria automobilística. O trabalho executado pelos detentos conta com auxílio e supervisão de um funcionário enviado pela empresa conveniada. E tudo passa pelo controle de qualidade.

A segurança também melhora. “O trabalho e a educação são estratégias de segurança em nossas unidades prisionais. Está comprovado cientificamente que as atividades laborais e educacionais tornam as unidades mais seguras”, completa o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Leandro Lima.


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Remuneração

O preso que está trabalhando tem interesse em se manter na função não somente pela remuneração, mas pelas características de terapia ocupacional que a atividade laboral proporciona. A remuneração mínima prevista na Lei de Execução Penal (LEP) é de 3/4 do salário mínimo. No entanto, nos convênios com o sistema prisional catarinense, as empresas pagam um salário mínimo inteiro. 75% desse valor ficam para o detento e 25% vão para o Fundo Penitenciário Estadual - e a verba é utilizada na manutenção da própria unidade prisional.  O valor recebido pelo preso fica em uma conta poupança e poderá ser retirado quando for liberado ou pode ser repassado aos seus familiares ou advogados, mediante autorização. Além disso, também como prevê a LEP, a cada três dias trabalhados o preso tem redução de um dia de pena.

Por outro lado, as empresas conveniadas ficam dispensadas do pagamento de 13º salário, FGTS, INSS, aviso prévio, bem como alguns impostos e outros benefícios trabalhistas. Como contrapartida, investem na estrutura das oficinas de trabalho dentro das unidades prisionais e essas benfeitorias poderão ficar na unidade prisional se ocorrer rescisão do contrato de trabalho.

“As empresas interessadas em participar dos projetos de ressocialização devem entrar em contato com a Gerência de Trabalho e Renda do Departamento de Administração Prisional (Deap) para que seja firmado o convênio”, explica o secretário.

Leitura e ensino

Outra iniciativa que estimula a ressocialização e que vem dando bons resultados é o projeto Despertar pela Leitura. Os presos que têm bom comportamento podem retirar livros e ficar com eles durante 21 dias. Após esse período são submetidos a uma prova escrita sobre a obra. Se aprovados, a cada livro lido recebem redução de três ou quatro dias de pena. Os livros são distribuídos conforme o nível de escolaridade do reeducando. Há o limite de 12 livros e até 48 dias de remição por ano.

Hoje, são 38 bibliotecas espalhadas por 35 unidades prisionais, contando com um acervo de 27 mil exemplares. Ao todo, 2.633 reeducandos participam dos projetos de leitura.

Além dos presos que trabalham, há 5,4 mil detentos estudando no sistema prisional catarinense. Esse número corresponde a 26% do total. A Penitenciária de São Cristóvão do Sul, em Curitibanos, por exemplo, é um marco no sistema prisional de Santa Catarina com 100% dos detentos trabalhando e 50% estudando.

Desde 2011, 3,8 mil apenados formaram-se em cursos profissionalizantes e 5,4 mil em cursos de  ensino fundamental ou médio, ofertados em uma parceria entre as secretarias de Justiça e Cidadania e da Educação.

Com as oficinas de trabalho, a leitura e a educação, ambientes hostis como os cárceres ganham novos ares e impulsionam iniciativas de ressocialização dentro do próprio sistema. Em 2013, Santa Catarina apareceu em primeiro lugar no ranking dos Estados que promovem a ressocialização em um levantamento feito pelo Departamento Penitenciário Nacional.

Referência

Em 2018 Santa Catarina ficou em primeiro lugar na primeira edição do Selo Nacional de Responsabilidade Social pelo Trabalho no Sistema Prisional (Resgata) instituído pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para incentivar empresas e instituições que utilizam mão de obra do sistema prisional, com 32 empresas classificadas.

A sabedoria popular já entendeu que o trabalho dignifica o homem. E é esse um dos princípios que norteiam as propostas de ressocialização que buscam o resgate da cidadania. É um sistema baseado em direitos constitucionais e direitos humanos. E que caminha em direção a dias melhores.

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A Prefeitura de Florianópolis inicia seminários do Plano de Desenvolvimento Econômico de Florianópolis (PEDEM) nesta semana. O primeiro será o eixo de Tecnologias para Saúde e Bem-Estar, nesta terça-feira, 19, às 14h, no Centro de Inovação SESI em Tecnologias para Saúde, localizado na Av. Luiz Boiteux Piazza, 574 - Sapiens Parque, Canasvieiras. O segundo será sobre Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), nesta quarta-feira, 20, às 14h, no Centro de Inovação ACATE, localizado na Rodovia SC 401, Km 4 Bairro Saco Grande, e o terceiro será o eixo do Turismo, Comércio, Economia Criativa e do Mar, na quinta-feira, 21,às 14h, no Sebrae Florianópolis, localizado na Av. Rio Branco, 611, Centro.

Na próxima semana, será realizado o eixo de Energia, no dia 26, às 14h, no Centro de Inovação ACATE, e o eixo de Nanotecnologia e Novos Materiais, no dia 28, às 8h, no Sebrae Florianópolis, no Centro.

“Convidamos todos para participar de mais este passo de evolução para a cidade. Discutir um futuro melhor para a nossa cidade com a união de cada segmento é fundamental para que Florianópolis se desenvolva de maneira assertiva”, afirma o prefeito Gean Loureiro.

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Em Sessão Ordinária na semana passada, diversos parlamentares usaram a Tribuna da Câmara Municipal de São José durante o Expediente. Em pauta, temas como segurança pública, trânsito e eleições.

Em sua fala, o vereador Edilson Vieira (PSDB) lembrou requerimento encaminhado à Autopista Litoral Sul acerca de redutor de velocidade no túnel do Roçado. Até o momento, segundo o parlamentar, ainda não houve resposta. "Todos os outros viadutos da Grande Florianópolis têm redutor de velocidade antes da entrada do túnel enquanto o do Roçado não tem nos dois sentidos", lamentou.

Outros dois parlamentares abordaram a questão das estradas, rodovias e ruas da cidade. Enquanto o vereador Jair Costa (PSD) citou novamente o descaso das autoridades com a SC- 281, o vereador Antônio Lemos (PMDB) mencionou a rua Elias Merise, no Roçado. "Na terça-feira houve três acidentes envolvendo veículos. Já falei aqui, fizemos vários apelos, mas a situação continua caótica e o pior é que as pessoas estão entrando com ações contra a prefeitura em virtude destes problemas ocasionados pelo descaso", frisou.

Ainda na Sessão Ordinária desta quarta-feira, o vereador Abel Veiga (PHS) pediu celeridade aos projetos para denominação de dez ruas no Loteamento Portal da Colina. "Solicitamos que sejam votados em bloco e antes do recesso para fazer jus ao pedido da comunidade", solicitou.

Por fim, o vereador Moacir da Silva (PSD) fez uma reflexão quanto ao uso das mídias sociais e o período eleitoral que se aproxima. Para o parlamentar, o excesso de falsas notícias e a falta de diálogo está tirando a qualidade de veículos importantes como o Facebook. "É uma ferramenta que está se tornando danosa e hoje não a vejo mais com uma qualificação que havia antes porque todas as pessoas se assenhoram das verdades e atribuem fatos completamente inconsequentes a qualquer um. Não se faz uma análise aprofundada, levando a manutenção do que aí está. Temos que seguir o caminho da esperança e condições de transformação", reforçou.

A próxima Sessão Ordinária acontece na segunda-feira, 18, às 16h.

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Transportar animais domésticos e/ou de estimação nas linhas municipais regulares de transporte da Capital está mais fácil. A Lei Complementar 641, de autoria da vereadora Maria da Graça, que altera a Lei 034/09, assegura que estes  animais possam ser levados em caixas de transporte, bolsas, sacolas ou mochilas, adequadas ao porte do animal e ainda dispensa a apresentação de carteira de vacina, atestado veterinário, e a restrição de animais de até dez quilos. A Lei foi publicada no Diário Oficial na última sexta-feira (08).

Para a autora, estas condições previstas na Lei alterada excluía o público alvo que deveria ser o mais beneficiado, já que é usuário dos serviços veterinários gratuitos disponíveis pela Diretoria do Bem-Estar Animal e não possui transporte particular.

- A compra de caixas de transporte de animais estão fora das possibilidades dos mais necessitados. Por isso, a Lei antiga, de autoria do vereador Tiago Silva, que na época, deu um passo pioneiro, teve que ser alterada para flexibilizar ainda mais. É, portanto, mais uma barreira derrubada para a integração dos Pets na sociedade. Além de que, significa mais animais chegando na Dibea para serem tratados, o que representa mais saúde para eles, suas famílias e para a cidade como um todo. – afirma a vereadora.

O que a Lei 641/2018 assegura

§1º Aos proprietários de animais domésticos, fica assegurado o direito de transporte dos animais nas linhas municipais regulares, os quais deverão ser acondicionados em caixas de transporte, bolsa, sacolas ou mochilas, adequadas ao porte do animal e a permanência no veiculo;

§2º Os animais poderão ser transportados no colo do tutor ou em local definido pela empresa e que lhes ofereça condições de proteção e conforto;

§3º Os animais deverão estar devidamente higienizados e, se tratando de animais potencialmente mordedores ou perigosos, deverão estar devidamente mantidos com focinheira e coleira, ao longo de todo o período em que estiverem dentro do veículo;

§5º Para os efeitos desta Lei Complementar são considerados animais domésticos: cães e gatos.

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Abertas a partir de segunda-feira, 18 de junho, as inscrições para a 12ª Feira de Artes Entremostras da Fundação Cultural Badesc. O evento que tem como proposta promover um espaço de comércio entre artistas e o público, será realizado no dia 4 de agosto (sábado), das 11 às 17h, na Fundação.

Podem participar diversas expressões artísticas como artes visuais, música, vídeo, literatura, performance, moda, entre outras. Os interessados devem se inscrever pelo e- mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.  até o dia até o dia 20 de julho.

 O regulamento para a 12ª Entremostras pode ser conferido no site da Fundação Cultural Badesc.

 Mais informações: (48) 3224-8846 das 12 às 19h, de segunda a sexta-feira.

Serviço:

O que: Inscrições para a 12ª Entremostras da Fundação Cultural Badesc

Quando: 18 de junho a 20 de julho pelo e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 
Inscrição gratuita.

Regulamento AQUI

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A arte que tem o corpo como instrumento é também uma das mais democráticas e que transcende quaisquer limites. É isso que o espetáculo de dança “Aladdin” vai apresentar na Capital, dia 27 de junho, no Teatro Pedro Ivo, às 20h. Essa é a quarta montagem dirigida pela coreógrafa e professora do Espaço Movidança, Ana Garvik, que levará ao palco mais de 60 artistas, entre bailarinos, atores e cantores.

Se na história da Disney, que fez sucesso também nos musicais da Broadway, o gênio da lâmpada concede desejos a Aladdin, aqui, no mundo real, o desejo da dança é realizado. O elenco é composto por alunos do Movidança, dos três anos à terceira idade, além de profissionais do Grupo L.Art. “O espetáculo mostra que não há limite de faixa-etária para esta arte. Todos podem dançar. A partir do momento em que a pessoa está praticando a dança, ela tem condições de subir ao palco”, conta Ana Garvik.

“É um grande desafio trabalhar uma história que já existe (Aladdin) sem usar a fala, apenas com a expressão corporal”, avalia a professora, ao mesmo tempo em que considera uma grande oportunidade para os alunos mostrarem no espetáculo aquilo que aprenderam em sala de aula.

E, assim como não há limites para atuar, não há limites para assistir. O show é indicado para crianças, adultos e apaixonados por dança em geral. O espetáculo tem 90 minutos de duração e promete emocionar o público com coreografias que vão desde o balé e jazz até a dança contemporânea.

Também estarão em cena como convidados os bailarinos do elenco de “Aladdin, o Musical”, que esteve em cartaz nos meses de maio e junho em Florianópolis. Os personagens principais, Aladdin e Jasmine, serão representados por Gustavo Nery e Amanda Almeida, bailarinos do Espaço Movidança. 

Os ingressos custam R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira), à venda na bilheteria dos teatros Ademir Rosa (CIC), Álvaro de Carvalho (TAC) e Pedro Ivo. Quem comprar no Espaço Movidança (Avenida Afonso Delambert Neto, 315, Lagoa da Conceição, telefone 99981-2577) ganha bônus e paga R$ 25.

Serviço

O quê: espetáculo de dança “Aladdin”;

Quando: 27 de junho (quarta-feira), às 20h;

Local: Teatro Pedro Ivo, Rodovia SC-401, nº 4.600, Saco Grande, Florianópolis, SC;

Ingressos: bilheteria dos teatros Ademir Rosa (CIC), Álvaro de Carvalho (TAC) e Pedro Ivo.

*Recomendado para crianças.

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