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Adriano Ribeiro

Adriano Ribeiro

Adriano Ribeiro é colunista do Informe e traz informações sobre os bastidores da política e cotidiano de Caçador e Floripa/São José.
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A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Comcap, opera com equipes de limpeza viária e remoção de resíduos volumosos para recuperar a cidade depois da enxurrada. O presidente Carlão Martins informa que equipamentos de grande porte, como caminhão sucateiro, têm sido usados para remover restos de vegetação, entulho e móveis descartados. 

Nas praias, equipes operacionais limpam a orla que já voltou a ser usada pelos veranistas.

O final de semana será de grande mobilização para restabelecer a limpeza na cidade. A coleta de resíduos sólidos não foi interrompida, mas não pode ser feita apenas em algumas em áreas alagadas no Ratones e no Canto da Lagoa e em ruas isoladas no Campeche. Nesses locais a coleta será regularizada tão logo quanto possível, provavelmente já neste sábado. A orientação é que o resíduo seja mantido no depósito temporário dentro do domicílio nestes casos.

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A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) emitiu nesta sexta-feira, 12, o quinto relatório das condições das praias desta temporada de verão. As coletas foram feitas entre 8 e 12 deste mês e, dos 215 pontos avaliados, 62,8% (135) estão próprios para banho. O relatório completo está no www.fatma.sc.gov.br ou no aplicativo Praias SC, disponível para Android.

Apesar do aumento dos pontos próprios para banho em relação à análise da semana passada, os técnicos alertam que algumas coletas foram feitas antes da grande quantidade de chuva que caiu em Santa Catarina nos últimos dias. “Cumprimos um cronograma de coletas independente das condições climáticas. Sempre alertamos para que os banhistas evitem o banho de mar, principalmente se for próximo a saídas de rios e galerias pluviais, por um período de até 24 horas após as chuvas, mesmo que no local tenha uma placa afirmando que está próprio para banho”, avisa o técnico de laboratório Marlon Daniel da Silva.

De acordo com o quinto relatório, dos 75 pontos avaliados em Florianópolis, 45 (60%) estão próprios para banho. No restante do Litoral, 90 (64,3%) locais analisados estão aptos para os banhistas. Em relação ao relatório passado, 14 pontos em toda a costa de Santa Catarina passaram a ser impróprios e 20 mudaram para próprios.

Na internet

Durante a temporada de verão, a Fatma realiza as análises semanalmente. Assim que os resultados são cadastrados no sistema, o site e o aplicativo são atualizados automaticamente. “Indicamos que se observe o histórico do local. Se, na maior parte do tempo está próprio, a chance de estar contaminado é menor que um local que apresenta um histórico de impropridade”, explica o gerente de Pesquisa e Análise Ambiental, Oscar João Vasquez Filho.

Como a balneabilidade é feita

Para dizer se um ponto é próprio ou impróprio para banho, a Fatma analisa a presença da bactéria Escherichia Coli, presente em fezes de animais e humanos. São necessárias cinco coletas consecutivas para se obter o resultado. “Começamos a colher as amostras para o início da temporada em 6 de novembro. Quando em 80% das análises a quantidade da bactéria é inferior a 800 por 100 mililitros, o ponto é considerado próprio”, Silva. Além da estrutura da fundação, outros dois laboratórios parceiros contribuem para as análises.  

Os pontos analisados são nos municípios Araranguá, Bal. Arroio do Silva, Bal. Gaivota, Bal. Camboriú, Bal. Piçarras, Bal. Rincão, Barra Velha, Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Porto Belo e São José. 

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Devido aos altos volumes de chuva registrados em Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta a população e os serviços de saúde para o aumento da possibilidade de transmissão de doenças, como a leptospirose, e de acidentes com animais peçonhentos. O Alerta Epidemiológico e todas as demais informações estão reunidas na página da DIVE.

“Uma das principais ocorrências após as inundações é o aparecimento de casos de leptospirose transmitida aos seres humanos pelo contato com água ou lama contaminadas pela urina de animais como ratos”, alerta a gerente da Gerência de Zoonoses da DIVE/SC, Suzana Zeccer. De acordo com ela, os casos de leptospirose costumam aumentar quando as águas ainda estão baixando, ou quando as pessoas retornam às suas residências e fazem a limpeza das casas. Nesse momento, também podem ocorrer acidentes com animais peçonhentos, como serpentes, aranhas e escorpiões, que procuram abrigo em locais secos e costumam invadir as residências.

“Profissionais de saúde, tanto os que atuam em Vigilância Epidemiológica ou Sanitária quanto os da atenção básica, devem estar atentos para um possível aumento no número de casos dos agravos relacionados a estes eventos climáticos, e manterem-se preparados para monitorar regiões atingidas”, disse o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, médico infectologista Fábio Gaudenzi. O objetivo é determinar as características da área, população atingida, realizar a busca de casos e encaminhamento de suspeitas para unidades de saúde.

Outras doenças frequentes em decorrência de enchentes e alagamentos são as de transmissão respiratórias, principalmente em função da permanência temporária em alojamentos e abrigos, com uma grande quantidade de pessoas convivendo em um mesmo espaço. Podemos citar como exemplos: influenza, meningites, difteria, coqueluche, varicela, tuberculose, entre outrass. Também pode haver casos de doenças de transmissão hídrica e alimentar (DTHA), em virtude da contaminação da água das redes públicas de abastecimento. “Como o consumo de água é uma necessidade básica, muitas vezes a população acaba utilizando água contaminada, expondo-se ao risco de diarreia, cólera, febre tifoide, meningites por enterovírus e hepatites A e E”, afirma a gerente de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis, Imunização e DTHA da DIVE/SC,  Vanessa Vieira da Silva.

Medidas de prevenção

  • Evite contato com água ou lama de enchentes e não deixe que crianças brinquem no local;

  • Use botas e luvas quando trabalhar em áreas com água possivelmente contaminada, como é o caso de alagamentos;

  • Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulho e esgoto devem usar botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com água e lama contaminadas. Se isso não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés;

  • Quando as águas baixam é necessário retirar a lama e desinfetar as casas, sempre se protegendo com luvas e botas. O chão, paredes e objetos devem ser lavados e desinfetados com água sanitária, na proporção de dois copos (400 ml) do produto para um balde de 20 litros de água, deixando agir por 10 minutos;

  • Jogue fora alimentos e medicamentos que tiveram contato com a água dos alagamentos;

  • Lembre-se que serpentes, aranhas e escorpiões podem estar em qualquer lugar da casa, principalmente em locais escuros. Nunca coloque as mãos em buracos ou frestas. Use ferramentas como enxadas, cabos de vassoura e pedaços compridos de madeira para mexer nos móveis. Bata os colchões antes de usar e sacuda cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas e lençóis;

  • Em caso de encontrar animais peçonhentos dentro da residência, afaste-se lentamente, sem assustá-los. E nunca pegue com as mãos animais peçonhentos, mesmo que pareçam estar mortos.

Como agir em caso de mordedura de animais peçonhentos

  • O acidentado deve procurar imediatamente um serviço de saúde, para que seja devidamente atendido. O tratamento deve ser sempre administrado por profissional habilitado e, de preferência, em ambiente hospitalar;

  • NUNCA se deve chupar o local da picada. Não é possível retirar o veneno do corpo, pois ele é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea;

  • Não amarre o braço ou a perna picada porque isso dificulta a circulação do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena;

  • Não corte o local da picada. Alguns venenos produzem hemorragia e o corte aumentará a perda de sangue.

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A tão esperada liberação da licença ambiental para as obras de acesso ao novo terminal de passageiros do Aeroporto de Florianópolis deverá sair nesta sexta-feira (12) ou no mais tradar nos próximos dias da semana que vem. A informação foi repassada pelo Senador da República, Dário Elias Berger (MDB) durante audiência no gabinete do prefeito da Capital, Gean Loureiro (MDB), que tratou da viabilização de recursos da União para ajudar na reconstrução dos estragos causados pelas chuvas.

O senador confirmou que estava em contato com o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, tratando do assunto. O próprio ministro confirmou que está liberada a publicação da licença no Diário Oficial da União. O novo acesso vai possibilitar que a empresa suíça Zurich Airports, que assumiu a concessão do aeroporto no inicio deste ano, dê sequência com mais tranquilidade à construção do novo terminal e demais melhorias na principal porta de entrada da Capital.

Assim que o senador repassou a informação, na mesma reunião desta manhã na prefeitura, também presente o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) de imediato pediu a palavra e ratificou o compromisso do Governo do Estado com a obra. “A licença saindo hoje, na semana que vem o Estado já lança o edital de licitação para a implantação do novo acesso ao aeroporto”, garantiu.

O trecho de 2,1 quilômetros de extensão está em uma área considerada de preservação permanente, a poucos metros da costeira do Pirajubaé, área administrada pelo ICMBio. Esse cuidado aos impactos no meio ambiente que atrasaram o trâmite da licença.

Força política

Para conquistar a liberação da licença, as forças políticas de Santa Catarina uniram força em Brasília deste o ano passado. Em dezembro passado, uma comitiva catarinense liderada pelo vice-governador Eduardo Pinho Moreira esteve no Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, pressionando a liberação da licença ambiental.

Na audiência, intermediada pelo secretário executivo do ministério, Marcelo Cruz, o diretor do ICMBio, Marcelo Marcelino, garantiu que a licença ambiental terá um aval positivo ainda na primeira quinzena de janeiro. “Embora haja impactos é possível mitigar estes danos. O nosso entendimento, junto com a Superintendência Regional de Santa Catarina, por compreender também da importância deste acesso ao Estado, é que até o dia 12 de janeiro iremos retificar e emitir uma nova autorização referente ao acesso”, frisa.

O vice-governador destacou que Santa Catarina é considerado o melhor destino turístico do Brasil, sendo uma atividade econômica importante para o Estado. “Somente nesta temporada são esperados mais de 2 milhões de argentinos. Hoje, existe uma dificuldade em chegar a Florianópolis devido ao aeroporto acanhado. O governo reservou recursos para esta obra e a liberação no dia 12 é uma ótima notícia para o Estado”, destaca Moreira.

Quem também saiu satisfeito da audiência foram os representantes da empresa suíça Zurich Airports, ganhadora do leilão de concessão para a construção do novo terminal de passageiros. De acordo com CEO da empresa em Florianópolis, Tobias Marketing, o prazo da liberação ambiental é satisfatório para que a obra seja licitada e iniciada, sendo concluída em um ano, pouco antes do novo terminal de passageiros, que tem previsão de conclusão para o segundo semestre de 2019.

O presidente do Embratur, Vinicius Lummertz, ressaltou ainda que com esta definição, a Zurich tem o intuito de ampliar em 500 metros a pista de pousos e decolagens e permitir voos internacionais, voos estes que estão na fila aguardando para operar. “A receita para o Estado seria de U$$ 1 bilhão em quatro meses de verão com estas operações internacionais. Temos contato com várias companhias no exterior e a empresa considera que chegou o momento dos europeus e dos americanos visitarem Santa Catarina”, destaca.

Esteve presente também no encontro o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, que reforçou a importância da viabilização do acesso nas próximas semanas. O secretário de Articulação Nacional de Santa Catarina, Acélio Casagrande​, e o Secretário de Turismo, Cultura e Esportes, Leonel Pavan​ também particip​aram. O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) estiveram representados no encontro.

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Em audiência no gabinete do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (MDB), na manhã desta sexta-feira (12), o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil Renato Newton Ramlow, garantiu que o órgão tem recursos necessários para colaborar com a reconstrução dos danos causados pelas chuvas desta semana na Capital. “Recursos federais nós temos, mas não sei o valor, vai depender de Florianópolis fazer o levantamento do que precisa. Mas tenho um valor considerável que vai garantir para cobrir toda a essa demanda não só de Florianópolis, como de outros municípios de SC atingidos pela chuva”, confirmou o secretário.

Ramlow apenas fez um alerta. “É crucial chegarem os planos de trabalho o mais rápido possível lá em Brasília, que a liberação é imediata”, ressaltou. O prefeito Gean salientou que as equipes que compõem a comissão especial de Defesa Civil já estão trabalhando nesse levantamento, especialmente nesta sexta (12), quando a água começa baixar nos bairros mais atingidos. Ele ressaltou que o estado de emergência foi decretado no meio de semana, nesta sexta-feira (12) deve ser reconhecido pelo Governo do Estado e no início da semana que vem em Brasília, facilitando ainda mais o desenrolar da burocracia.

Antes de fazer o pedido, o prefeito fez um relato de ações que já estão sendo desenvolvidas pela prefeitura, com apoio da Defesa Civil estadual. O prefeito salientou que mais de 600 funcionários da Comcap estão nos bairros trabalhando na limpeza, existem mais de 100 máquinas pesadas da prefeitura e de empresas contratadas em atividade em obras de recuperação. “E vamos contratar até hoje à tarde mais quantas forem necessárias”, garantiu o prefeito. Até o momento calcula-se mais de 200 ruas danificadas. Porém. Só no Campeche existem mais de 50 ruas que estão fora desse número e precisam ser vistoriadas. “Em alguns lugares estamos esperando baixar a água para avaliar”, justificou.

Secretário Nacional é natural de Florianópolis

Para sensibilizar o Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil Renato Newton Ramlow, que é natural de Florianópolis, o prefeito Gean Loureiro (MDB) aproveitou o fato de ele conhecer a Ilha e saber de seus problemas.

O prefeito salientou que a prefeitura está fazendo sua parte, por enquanto, com recursos próprios. “Óbvio que o município está trabalhando com recursos próprios, mas sozinho não vamos conseguir fazer tudo. Por isso precisamos da ajuda”, ponderou Gean.

Ramlow confirmou que vai disponibilizar os valores necessários para a Capital. “Tudo o que você precisar Gean tem um parceiro e amigo lá em Brasília”, disse.

Governo do Estado já sinalizou com R$ 3 milhões

Presente na audiência nesta manhã (12), o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) lembrou que ontem (11) o prefeito foi recebido por ele e pelo governador Raimundo Colombo (PSD) que anunciou a liberação imediata de R$ 3 milhões para obras emergenciais.

Eduardo ainda elogiou a pronta resposta de todos os integrantes da equipe da comissão de Defesa Civil e ressaltou que apesar da grande quantidade de chuva a Capital respondeu bem. “Não podemos fazer uma divulgação de catástrofe, porque as coisas estão sob controle, as rodovias estão sendo liberadas, temos garantia de funcionamento de água e luz”, disse, ressaltando que esta mensagem tem que ser repassada, afinal a cidade está em plena alta temporada de verão e cheia de turistas.

Bancada federal presente

Estiveram presentes integrantes da Bancada Federal de Santa Catarina em Brasília, garantindo o respaldo político para embasar a busca por recursos. O senador Dário Berger (MDB) que já colaborou para a liberação de recursos no início do ano passado, devido às chuvas de dezembro de 2016 e em outubro do ano passado, para recuperação da orla da Capital em função da ressaca marinha, reafirmou seu apoio neste momento.

Ele lembrou que em 2017, quando presidiu a Comissão Mista do Orçamento da União fez todo o esforço necessário para garantir um considerável volume de recursos alocados na Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, já sabendo dessa condição de vulnerabilidade climática em Santa Catarina.  O senador Paulo Bauer (PSDB) também se colocou à disposição em Brasília. “Agora que vem a hora de mostrarmos nossa ação, que é buscar recursos não só para minimizar os efeitos como também para prevenir”, comentou.

Já o deputado federal, João Paulo Kleinubing (PSD), coordenador da Frente Parlamentar de SC em Brasília, também colocou a bancada a disposição e elogiou o secretário Newton. “Reconheço a rapidez e presença em Santa Catarina do secretário, dando esse apoio do Governo Federal”, disse. O deputado federal, Jorginho Mello (PR) desacou que a prefeitura da Capital vinha num momento bom, de recuperação, e agora, segundo ele, vai de novo dar a volta por cima.

Também estiveram presentes na reunião dirigentes das entidades e órgãos que fazem parte da comissão da Defesa Civil, como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil estadual e Municipal, representante da Base Aérea, que liberou a passagem pra escoar o trânsito do Sul da Ilha e outras representações. Também esteve na reunião o presidente da Câmara, Guilherme Pereira (PR) e os vereadores Renato da Farmácia (Psol) e Roberto Katumi (PSD).  

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O governador Raimundo Colombo recebeu o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, na Casa d’Agronômica nesta quinta-feira, 11. A reforma da previdência foi o principal tema da reunião em Florianopolis. O presidente da Câmara afirmou que visitará também outros governadores para defender a urgência na aprovação da reforma.

“Este é um tema urgente, fundamental e difícil e chegamos à conclusão de que é preciso dialogar com os governadores para termos uma agenda em comum que inclua este e outros temas de interesse nacional. O objetivo é construir soluções para termos menos despesas e mais receitas para investimentos”, afirmou Maia.

O governador Colombo apoiou a iniciativa, lembrando que Santa Catarina já começou a reforma da previdência estadual, o que foi fundamental para o equilíbrio das contas públicas do estado. “Temos que ter a coragem, mesmo que impopular, de enfrentar os problemas que estão prejudicando o desenvolvimento do país. O desequilíbrio fiscal é um dos problemas mais graves que temos agora e precisa ser enfrentado”, acrescentou Colombo.

O deputado federal Heráclito de Sousa Fortes e o ex-governador e ex-senador Jorge Bornhausen também acompanharam o encontro.

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A rede de coleta de doações e cadastro de voluntários para ajudar diante do desastre provocado pelas chuvas em Florianópolis está sendo coordenado pela primeira dama, Cintia de Queiroz Loureiro, responsável pela rede solidária Somar Floripa. Ela explica que neste momento as maiores necessidades são por colchões, roupas de cama, material de higiene pessoal, material de limpeza e alimentos não pericíveis, bem como água potável.  Foram disponibilizados quatro pontos para doações (abaixo os endereços) ou pelo site: http://somarfloripa.com/.

Até próximo das 18 horas desta quinta-feira (11), o relatório da Defesa Civil de Florianópolis apontava para um total de 1.230 desalojados (que estão na casa de amigos e parentes). Estão em abrigos do município cerca de 150 pessoas. São três abrigos: no Saco Grande, Rio Tavares e no centro (endereços abaixo). O abrigo do Rio Tavares é o que recebeu mais desabrigados até o momento. Entretanto, levantamentos extra-oficiais apontam que este número deve passar de 2 mil pessoas. 

LOCAIS PARA DOAÇÃO

Norte

Local: 

Intendência Ingleses

Contato: 

Gabi: 48 99622-9513

Intendência: 48 3269-1125

Diácono Ricardo: 48 48 98432-9797

OBS: entrega até as 17:00 hrs

Sul

Local: 

Intendência Campeche

Contato: 

Edi: 48 99960-1587

Centro

Local: 

Prefeitura Municipal de Florianópolis

Contato: 

Somar: 48 3251-6340

Continente

Local: 

Sec. Municipal do Continente

Contato: 

Mauricio Vilela: 48 99695-7443

Jonas Folador: 48 3271-7910

Vanderlei Osvaldo: 48 3271-7910

 

ABRIGOS PROVISÓRIOS

Sul

Local: 

Conselho Comuntário Rio Tavares

Contato: 

Kiseli: 48 99154-4636

    48 98418-1373

Centro

Local: 

Passarela Nego Querido

Contato: 

Cacá: 48 98447-184

Centro

Local: 

Saco Grande

Contato: 

Cacá: 48 98447-184

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Em audiência no final da manhã desta quinta-feira (11), no Centro Administrativo do Governo do Estado, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (MDB) teve a confirmação por parte do governador Raimundo Colombo (PSD) e seu vice, Eduardo Pinho Moreira (MDB) da liberação de R$ 3 milhões para investimentos e melhorias com o objetivo de diminuir os impactos das chuvas na Capital Catarinense.

“Esse é um recurso emergencial, liberado a fundo perdido, para ajudar na retomada da normalidade o mais rápido possível”, afirmou o governador Colombo.

O vice Eduardo Pinho Moreira destacou a importância da integração entre a Defesa Civil estadual e os municípios para garantir agilidade e eficiência no atendimento à população. “A Defesa Civil está dando um exemplo de dedicação, de trabalho intenso e incessante para trazer tranquilidade e segurança ao povo catarinense. Estamos todos empenhados para diminuir o sofrimento e resolver toda esta situação de dificuldades”, acrescentou.

O prefeito Gean Loureiro explicou que a prioridade na Capital é a recuperação da pavimentação viária e o controle das encostas, prevenindo novos deslizamentos e promovendo a retomada da mobilidade nas vias do município. O secretário de Estado da Comunicação, João Debiasi, também acompanhou a reunião.

Nesta sexta (12), o prefeito recebe o Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil Renato Newton Ramlow com a expectativa de liberação de recursos do Governo Federal. A intenção é liberar urgentemente o recurso resposta, para aplicação imediata e posteriormente, com os valores de todos os prejuízos, buscar recursos para recuperação da cidade.

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O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) está trabalhando nas rodovias prejudicadas pelas chuvas das últimas 48 horas, que atingiram principalmente o Litoral catarinense. O presidente do Deinfra, Wanderley Agostini, informou que a situação mais crítica é em Florianópolis, onde o grande volume de chuvas danificou as vias. “Podemos falar de forma muito clara que foram atingidas não somente as rodovias, mas as ruas e avenidas também, porque choveu assustadoramente acima da média”, disse.


LEGENDA: SC-401

Na SC-401, próximo à Associação Catarinense de Medicina (ACM), a pista marginal cedeu por causa de um riacho que corta a rodovia. A equipe técnica do Deinfra está no local na tarde desta quinta realizando uma proteção com pedras. Depois, fará uma ação mais efetiva de engenharia restabelecendo o que foi danificado.

Na SC-405, rodovia que lega ao Sul da Ilha, está alagada no km 2,7, e veículos não estão passando. “Temos que esperar baixar a água para fazer intervenções e, em algumas situações, já estamos atuando com a prefeitura e a Polícia Militar Rodoviária para restabelecer o tráfego”, explicou o presidente do Deinfra.

Na rodovia SC-404, em frente à Casa Rosa, no Morro da Lagoa, uma erosão deixou o trânsito em meia-pista no sentido Lagoa da Conceição. Ainda na mesma rodovia, do km 4 até o mirante da lagoa, quedas de barreira atingiram vários trechos de acostamento. Já na SC-406, no km 12, na Praia Mole, próximo ao restaurante Ponta das Caranhas, uma quede barreira deixou o trânsito em meia-pista. “Pedimos que os usuários redobrem o cuidado por conta de alagamentos na cidade”, alertou Agostini.

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O governador Raimundo Colombo participou de reunião com o secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, nesta quinta-feira, 11, em Florianópolis, para tratar de ações para amenizar os problemas gerados pelas chuvas. Foram registradas ocorrências em 19 municípios da Grande Florianópolis e Litoral Norte. Diferentes equipes do Governo do Estado estão atuando nas áreas atingidas e o governador determinou prioridade ao trabalho de tapa-buracos nas estradas danificadas para garantir a retomada da normalidade o mais breve possível.

“Os desafios são grandes, choveu muito mais do que o normal nas últimas horas, mas a Defesa Civil está trabalhando constantemente, desde a primeira hora, em parceria com as equipes municipais. Estamos disponibilizando todos os meios para uma pronta resposta. Não tenho dúvidas de que o trabalho está sendo eficiente e vamos poder vencer mais este desafio e retomar a normalidade o mais rápido possível”, afirmou Colombo.

O secretário Moratelli informou que a chuva deve começar a perder a intensidade principalmente a partir desta sexta-feira, mas diante de qualquer sinal de anomalia, a população deve entrar em contato com a Defesa Civil pela central 199. Também é fundamental ficar atento aos comunicados nos canais oficiais do Governo do Estado.

O secretário de Estado da Comunicação, João Debiasi, e o secretário executivo da Casa Militar, coronel Nildo Otávio Teixeira, também acompanharam a reunião.

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CORPO DE BOMBEIROS E DEFESA CIVIL DE SC ALERTAM POPULAÇÃO PARA OS CUIDADOS COM AS CHUVAS

Com as fortes chuvas que atingem, principalmente, o Litoral catarinense nos últimos dias, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Santa Catarina alertam para uma série de cuidados que devem ser tomados pela população. As chuvas podem causar inundações, deslizamentos de terra, destelhamentos, panes elétricas, entre outras ocorrências.

O comandante da 1° Região do Corpo de Bombeiros Militar, que corresponde ao Litoral catarinense, coronel Cesar de Assunção Nunes, disse que o solo está encharcado, por isso as pessoas precisam estar atentas, pois podem ocorrer deslizamentos. Outro cuidado é transitar pelas rodovias. “Pedimos para que a população evite sair de casa nestes dias se não houver grande necessidade. Caso seja inevitável, é importante não passar por lugares alagados. Estamos trabalhando intensamente junto à Defesa Civil para proteger a população”, explicou.

A Defesa Civil recomenda que a população não suba em telhados e outras estruturas para fazer reparos por conta própria e nem mexa em fios e postes caídos. “Estes trabalhos só devem ser feitos por quem conhece esse tipo de serviço e com os devidos equipamentos de segurança. Se você subir no telhado, por exemplo, está se expondo ao risco de transformar uma crise que está acontecendo no município em um desastre familiar. Muitos óbitos acontecem dessa forma, por isso muito cuidado”, ressaltou o diretor de Resposta da Defesa Civil do Estado, Ânderson Ciotta.

Se precisar de ajuda, acione a Defesa Civil pelo fone 199 ou o Corpo de Bombeiros Militar pelo fone 193.

Orientações do Corpo de Bombeiros Militar:

- Não caminhe por áreas alagadas. Além do risco de eletrocussão, há perigo de quedas e arrastamento pela força da água ou contração de doenças pela água contaminada
- Se a água estiver chegando próximo e ameaça entrar na sua residência, levante os móveis, eletrodomésticos e roupas. Leve remédios, roupas e artigos de maior necessidade e procure um local seguro para se abrigar. Caso não tenha familiares por perto, procure os abrigos municipais
- Procure não ficar ilhado. Mas, caso você tenha um local seguro e não alagado para se abrigar, faça uma reserva de alimentos, água potável e pilhas para lanternas
- Pessoas acamadas, gestantes, crianças e idosos devem ser levados com prioridade para áreas seguras. Se precisar de ajuda, acione a Defesa Civil pelo fone 199 ou o Corpo de Bombeiros Militar pelo fone 193
- Não transite de carro em ruas alagadas. Os motores de alguns veículos não são adaptados para inundações e acabam falhando
- Se houver sinal de movimentação de solo, como muros abalroados ou caídos, árvores tortas ou caídas, rachaduras ou descida de terra com água, tipo enxurrada, saia do local de risco e acione o Corpo de Bombeiros ou técnicos de Defesa Civil para uma avaliação mais criteriosa
- Turistas que estão em Florianópolis e em cidades atingidas pelas chuvas devem se antecipar para os deslocamentos evitando passar por áreas alagadas. Se tiverem voos agendados, precisam sair de casa com bastante antecedência para evitar contratempos.

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