Fone: (48) 3733-6977 | redacaofloripa@jornalinforme.com.br

 

Luana Andretta

Luana Andretta

Os membros da sociedade sivil do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de São José (CMDCA) tomaram posse em uma cerimônia realizada nesta segunda-feira (18), no gabinete da prefeita Adeliana Dal Pont, que assinou o termo de posse dos novos conselheiros que atuarão durante o biênio 2017-2019. 

O CMDCA atua com o objetivo de disciplinar e garantir a execução das políticas de atendimento de crianças e adolescentes de São José. É um órgão paritário, formado por nove membros da administração municipal, empossados em junho deste ano, e nove membros da sociedade civil que tomaram posse nesta segunda-feira. 

“Sabemos o quanto é difícil para as instituições esta missão, mas acredito que quando compartilhamos tarefas como esta, que são de extrema importância para o desenvolvimento e a garantia dos direitos das nossas crianças e adolescentes, o caminho se torna mais leve. Por isso, só tenho a agradecer a todos os membros deste Conselho, que atuam em parceria com o nosso Município e nos ajudam a cumprir e honrar os nossos compromissos”, pontuou a perfeita Adeliana Dal Pont. Durante a solenidade, a prefeita destacou o trabalho do Centro de Referência para a Saúde da Mulher e da Criança inaugurado na nova Policlínica Forquilhinha. 

Para a secretária municipal de Assistência Social, Rose Bartucheski, quando o Conselho se manifesta, permite que a gestão da política para a criança e o adolescente aconteça de forma mais equilibrada no município. “Por atuar em caráter deliberativo, o Conselho corrobora diretamente com o trabalho que realizamos na Secretaria quanto à gestão de políticas e ações que visam um futuro mais promissor para nossas crianças e adolescentes”, comentou Rose reforçando sobre a atribuição do CMDCA de fazer com que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja cumprido no âmbito municipal. 

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente foi criado por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente por meio da Lei Federal 8069/90, da Lei Municipal Lei nº 2.411 de 1992 e ratificado pela Lei Municipal 5.482/2015, que dispõe sobre a Política Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente sancionada pela atual gestão.

As entidades empossadas na data de hoje foram eleitas no 1º Fórum Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente e todos os membros prestam seus serviços ao Conselho gratuitamente. A solenidade contou com a presença da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Eliane Magalhães Rosa, do secretário da Casa Civil, Lédio Coelho, da secretária adjunta de Assistência Social, Simone Machado, além de representantes da sociedade civil.

Representantes da Sociedade Civil

Ação Social Barreiros

Titular: Anizilda Marques Filippi

Suplente: Roselene Zilda Marques Martins

Associação dos Moradores do Jardim Amodelar

Titular: Eliane Magalhães Rosa

Suplente: Cláudia Barbosa

 

Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade

Titular: Mariane Vicente de Azevedo

Suplente: Fabiani Erli Witt

União Catarinense de Educação - Centro Social Marista de São José 

Titular: Danúzio Brandelero

Suplente: Fernanda Silveira da Lapa

Instituto Cidadania em Ação

Titular: Janete Aparecida Pinho

Suplente: Fernanda Segatto

Núcleo de Recuperação e Reabilitação de Vidas

Titular: Daiana Vera Souza

Suplente: Ingrid Agassi

Ong Fur Gott Arbeit - F.G.A.

Titular: Oclides Rodrigues

Suplente: Maria Olinda Daniel Silva

Centro de Educação e Treinamento Esperança

Titular: Antônio Martins dos Santos

Suplente: Rosemeri da Silva dos Santos

Associação Beneficente Nossa Senhora de Azambuja

Titular: Maria Clotildes Daniel Joaquim

Suplente: Márcio Geovani Menezes

Na última semana de trabalho antes do recesso parlamentar, mais um projeto de lei do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) foi aprovado. O PL 8110/14 prevê a instalação de um dispositivo de proteção na rede de energia elétrica em locais de baixa tensão, como salas comerciais e residências. A alteração proposta pelo parlamentar visa reduzir o número de mortes em decorrência de choques. 

O projeto prevê a obrigatoriedade de disjuntores Diferencial Residencial (DR) apenas em construções novas. “É um dispositivo muito simples e também barato, custa menos de 50 reais. O efeito, no entanto, é inestimável, porque esse sistema atua de forma muito rápida, desligando a rede energizada assim que o choque acontece. Vai evitar muitas tragédias”, justifica Peninha.

Segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), só em 2015 foram 590 acidentes e 162 mortes envolvendo choques. O que chama a atenção é que a maioria dos casos acontece dentro de casa. Apesar de a instalação dos disjuntores DR já ser prevista pela Agência Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) desde 2004, ainda não é aplicada na prática. O projeto do deputado Peninha, aprovado em última instância na Câmara, segue para apreciação no Senado Federal.

Iniciativa 

O projeto de lei surgiu depois que três irmãos morreram eletrocutados enquanto brincavam no pátio de casa no município de Petrolândia, interior de Santa Catarina. Igor Medeiros (4 anos), Vinícius (6 anos) e Schaiani (14 anos) encostaram em uma cerca eletrificada por um fio desencapado.

A tragédia aconteceu em novembro de 2014 e comoveu o país. “Três crianças da mesma família, uma fatalidade que poderia ter sido evitada se o projeto estivesse em vigor. Diferente de outros setores, 100% das mortes em decorrência de choques elétricos podem ser prevenidas, por isso precisamos trabalhar na conscientização para salvar vidas”, enfatiza o parlamentar.​

Em primeira discussão, a Câmara Municipal de São José aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) durante Sessão Ordinária nesta segunda-feira (18). A próxima votação acontece nesta quarta-feira (20), às 10h. Caso aprovada novamente, a matéria segue para sanção do Executivo, o qual estimou o orçamento de 2018 em R$ 913 milhões.

Relatora do PL nº 159/2017 na Comissão de Finanças e Orçamento, a vereadora Méri Hang (PSD) explicou a diferença de valores entre a LOA e a LDO, estimada em R$ 906 milhões, devido ao incremento na arrecadação prevista para 2017. Como fizera nas votações anteriores, a parlamentar novamente reiterou a retirada das emendas aditivas e modificativas da LOA por não constarem no PPA e na LDO, além de ressaltar a possibilidade de o Executivo remanejar parte do orçamento de algumas áreas como 5% de saúde e educação, 5% para alterações gerais, 10% para folha de pagamento e outros 10% para fundos, Câmara Municipal, fundações e São José Previdência.

"Com a crise que estamos vivenciando, o município estima essa receita, mas não arrecada o valor. O Executivo precisa remanejar despesas sem que dependa de nova autorização legislativa para atender as demandas diárias de São José", justificou a vereadora Méri Hang.

A medida foi criticada pelo vereador Michel Schlemper (PMDB) que pediu maior transparência da prefeitura na execução do orçamento. "Seria favorável a dar autonomia ao Executivo se nós conseguíssemos acessar a execução orçamentária no site da prefeitura. Num orçamento estimado em R$ 900 milhões, que vai arrecadar 600, 620 milhões, nós vamos dar autorização para remanejar cerca de R$ 180 milhões", disse.

Outro ponto questionado tratou das 75 emendas rejeitadas. Tanto o vereador Sanderson de Jesus (PMDB) quanto o vereador Clonny Capistrano (PMDB) lamentaram o fato de nenhuma sugestão ter sido acatada. "Essa é a única oportunidade que eu tenho de fazer uma emenda, de trazer aqui o pedido da população, de mostrar que está sim no PPA, o qual li e peguei a rubrica", citou Sanderson, tendo sua opinião ratificada por Clonny. "Qual fundamentação legal usada para negar nossas emendas? Não achei nenhuma. Todas as emendas rejeitadas foram restritas a quatro parágrafos, meia lauda", destacou o parlamentar ao mencionar o parecer da Comissão de Finanças e Orçamento.

De encontro à opinião dos parlamentares, o vereador Moacir da Silva (PSD) citou diversas reivindicações contidas no PPA no âmbito geral. "A especificidade não foi permitida nas outras peças, pois quem vai definir o que vai estar constando ou não no planejamento orçamentário é o Executivo. O vereador pode indicar, mas cabe ao Executivo definir".

Por fim, a rejeição de todas as emendas de forma conjunta mereceu críticas do vereador André Guesser (PDT) em virtude da retirada de auxílio de R$ 3 milhões ao PAEFI (Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos). "Fizemos quatro reuniões com os conselheiros tutelares, duas com o MP e nessas reuniões todos disseram que a prioridade máxima era botar recursos ao PAEFI, um programa que está no PPA. Lá atrás combinamos que daríamos apoio ao serviço porque as crianças estão sofrendo, mas o parecer juntou tudo e votando favorável iremos rejeitar esta emenda que deveria ter sido analisada separadamente", lamentou o parlamentar, cuja opinião mereceu o adendo do vereador Antônio Lemos (PMDB). "Não existe agenda mais importante no município que o PAEFI".

Orçamento 2018

Receita/Despesas - R$ 913 milhões

Principais despesas: 

  • Saúde R$ 106 milhões
  • Educação R$ 222 milhões
  • Urbanismo R$ 227 milhões
  • Habitação R$ 28 milhões
  • Cultura R$ 25 milhões

Link discussão da matéria: https://youtu.be/EyOa23xcovc

Link LOA: http://bit.ly/2BCbpAM

Alunos da escola Altino Flores estiveram na Câmara Municipal de São José, nesta terça-feira (19), onde receberam homenagens do vereador Roinoldo Neckel (DEM) pelo desempenho em competições de xadrez pelo estado. O enxadrista Thiago de Lima Moreira venceu a Copa Pedro Aleixo, categoria sub-12, em Massaranduba no último final de semana.

Além dele, os jovens André Nunes, Kelvin Iuri e Anderson Lázaro foram agraciados pelo parlamentar com lanche e presentes, haja vista que desde o início do ano o vereador Roinoldo Neckel auxilia os alunos com transporte, alimentação e pagamento de taxas das competições. Ainda estiveram presentes na Câmara, a diretora Silvia Bastos e a diretora-adjunta Sonali Lehmkuhl.

A Escola Altino Flores é uma das três escolas municipais públicas que adotaram o sistema de educação integral e entre as disciplinas adotadas está o xadrez.

A equipe da Oficina de Contação de Histórias do Projeto Hora do Conto Itinerante, do setor pedagógico da Educação Infantil, realizou o último encontro do ano no auditório sul da Secretaria Municipal de Educação. O evento reforçou a importância de incentivar o gosto pela literatura na rede municipal de ensino por meio dos professores.

As oficinas, realizadas ao longo de 2017, resultaram na formação de mais de 180 multiplicadoras, que passaram a atuar como contadoras de história na rede. Este trabalho, que leva conhecimento de forma diversificada para as crianças de São José, é motivo de alegria para a Secretaria de Educação. O projeto reforça, também, o estímulo à leitura, com o objetivo de modificar a educação e a vida de quem tem a oportunidade de prestigiar a Hora do Conto Itinerante. 

Cada oficina, ao longo do ano, teve um tema para ser trabalhado. O último tema escolhido pelo grupo foi contadores de histórias, criadores e autores de suas próprias histórias. Para incentivar a possibilidade de cada participante se sentir capaz de ser autor e escritor das suas próprias histórias. Para finalizar o encontro, a equipe criou a história “Lembranças de uma noite de Natal”, protagonizada por Ligia Barreto da Silva.

Para Ligia, os trabalhos realizados ao longo do ano foram enriquecedores, tanto para as crianças, quanto para as professoras que participaram da formação. “Somos viajantes do tempo, é só fechar os olhos e imaginar que a melhor história é aquela que se aprende contando, pois somos construtores de sonhos e caçadores de lembranças”, pontuou.

Os músico Gazu(ex-Dazaranha) e Caio Figueiredo e a banda Soob são as atrações do inauguração da nova matriz da Barbearia Vip na sexta-feira (22), no  Centro Executivo Aldo Kuerten, no bairro Santa Mônica. O coquetel festivo começa às 9h e vai até as 21h.

Motivos não faltam para comemoram: a rede, a maior do Brasil, de 13 lojas em janeiro passou para 22 ao final de 2017.

A rede, genuinamente manezinha, a maior de estética masculina do Brasil, conseguiu crescer na crise e se tornar um premiado case de sucesso de empreendedorismo.

Av. Madre Benvenuta, 1168, Santa Mônica.

Com a correria do dia a dia, muitas pessoas acabam deixando as compras dos presentes de fim de ano para a última hora. Por isso, para oferecer maior comodidade aos clientes o Iguatemi Florianópolis faz um horário diferenciado nestes dias que antecedem o Natal. A partir desta quarta-feira (20) as lojas vão fechar mais tarde, às 23h. E nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2018 as lojas estarão fechadas. Já o cinema abrirá às 16h, com a última sessão às 22h. Confira os detalhes abaixo e programe-se:

Horário Especial de Fim de Ano

20, 21, 22 e 23/12 - quarta, quinta, sexta e sábado (das 10h às 23h lojas + alimentação e lazer)

24/12 - domingo (das 10h às 17h lojas + alimentação e lazer)

25/12 - segunda (lojas fechadas e alimentação e lazer opcional)

31/12 - domingo (das 10h às 17h lojas + alimentação e lazer)

1/01/2018 - segunda (lojas fechadas e alimentação e lazer opcional)

Sobre o Shopping Center Iguatemi Florianópolis

Inaugurado em 2007, o Iguatemi Florianópolis faz parte da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e leva os atributos da marca, como a qualidade, em seu DNA. O mix de lojas completo, com diversas opções de moda, gastronomia, tecnologia, decoração, beleza e serviços, somado à localização privilegiada - no bairro Santa Mônica -, consolidou o empreendimento como o principal polo de compras e entretenimento da capital catarinense Adicionalmente, o Iguatemi Florianópolis está sempre inovando e promove ao longo do ano eventos de lazer e cultura para todos os públicos.

Nem mesmo Carlos Duarte, idealizador do evento, poderia imaginar que depois de 23 anos sua despretensiosa ideia de dar a volta à Ilha de Santa Catarina correndo se tornaria um dos eventos mais desejados do país para os amantes de corrida. Passando por muitas transformações ao longo das vinte e duas edições realizadas, o Revezamento Volta à Ilha vivenciou as grandes transformações de Floripa, como as alterações nas vias, o crescimento populacional e a fama de melhor cidade do Brasil para se viver e empreender. Porém, uma coisa não mudou: Florianópolis continua sendo o lugar ideal para a realização de eventos esportivos, especialmente os que têm ligação com a natureza. E nenhuma prova tem um apelo maior quando o assunto é esse. Confirmado para o dia 7 de abril, o 23º Revezamento Volta à Ilha chega com algumas novidades, a presença garantida de ídolos do esporte e a esperança de todos os atletas para conseguir a oportunidade de participar dessa festa do esporte.

Como acontece em todos os anos, as equipes que não possuem vagas garantidas, de acordo com o regulamento, se inscreveram em um sorteio e após muita expectativa foram divulgados os confirmados para o evento de 2018 (ver aqui). Dividido nas categorias Aberta Elite, Aberta Mista, Feminina, Veterana Mista, Veterana 40, Veterana 50, Veterana 60, Duplas e Participação, o Revezamento Volta à Ilha contará mais uma vez com 400 equipes e 4.000 atletas de todo país. Após o primeiro sorteio, a organização entrou em contato com as equipes sorteadas e, devido ao grande número de pedidos, a partir desse momento passa a avaliar a possibilidade de inclusão de novas equipes em determinadas situações (os grupos que têm interesse e ficaram de fora do sorteio devem procurar a Eco Floripa que irá avaliar cada caso).

Mantendo o percurso das últimas edições, as novidades sobram para o formato da prova. Uma delas está na opção de largadas em pontos diferentes para as equipes mais lentas. A chamada “Participação R” funcionará com largadas simultâneas dos pontos de números 1 – Avenida Beira-Mar Norte – e 5 – Praia de Jurerê, às 7h15 e 7h30. “Nossa ideia é possibilitar com que as equipes de pace mais lento consigam finalizar a prova com mais tranquilidade e poder desfrutar do evento sem estresse. Os quatro primeiros corredores fazem os percursos 1, 2, 3 e 4, enquanto outro grupo larga do cinco em diante. Após a conclusão das quatro primeiras etapas os atletas se encontram com os demais para o prosseguimento do trabalho em equipe”, explica Carlos Duarte, organizador do evento.

Com 140,8 km a prova é dividida em 17 trechos com os mais distintos níveis, tipos de solo e altimetria, passando por praias, trilhas, asfalto, morros e dunas. Como sempre, a divisão das equipes de acordo com as aptidões de cada atleta é fundamental para o sucesso na competição.

Confira os 17 trechos e o grau de dificuldade do Revezamento Volta à Ilha:
1 – Largada – Avenida Beira-Mar Norte – 10,1km – Fácil
2 – Rodovia SC-401 (Decathlon) – 9,8km – Difícil
3 – Santo Antônio de Lisboa (Praça) – 8,0km – Moderado
4 – Praia da Daniela – 5,1km – Moderado
5 – Jurerê Antigo (fim da praia) – 5,3km – Moderado
6 – Cachoeira do Bom Jesus (Rua Otácilio Costa Neto) – 10,4km – Muito, muito difícil
7 – Praia Brava (Rua Ari Kardec B. Melo) – 5,2km – Difícil
8 – Praia dos Ingleses (praia, final da R. Dante de Patta) – 4,7km – Fácil
9 – Praia do Santinho (Posto Guarda-Vidas) – 8,4km – Muito difícil
10 – Praia do Moçambique – 5,7km – Muito difícil
11 – Barra da Lagoa (cidade da Barra) – 8,1km – Muito difícil
12 – Praia da Joaquina (Posto Guarda-Vidas) – 4,9km – Muito difícil
13 – Praia do Campeche – 7,7km – Muito difícil
14 – Praia da Armação (perto da Lagoa do Peri) – 9,3km – Difícil
15 – Praia dos Açores (Morro do Sertão) – 16,7km – O mais difícil
16 – Tapera (Fazenda da Ressacada) – 15,2km – Difícil
17 – Via Expressa Sul (Saco dos Limões) – 6,2km – Fácil
         Chegada – Avenida Beira-Mar Norte – Trapiche
 
Sobre o Revezamento Volta à Ilha:
Idealizada no ano de 1996 pela Eco Floripa, a Volta à Ilha se caracteriza por ser uma prova de revezamento que desafia as equipes a dar uma volta completa correndo na Ilha de Santa Catarina, capital do Estado. A prova é dividida em 17 trechos que desafiam os atletas em 140 km de praias, asfalto, dunas e trilhas. As equipes são formadas por dois, oito ou até doze atletas e competem em 8 categorias: Duplas, Aberta, Aberta Mista, Feminina, Veteranas 40, 50, 60 anos e Veterana mista.
 
Além da participação no asfalto, dunas, trilhas e praias, o sucesso no Revezamento Volta à Ilha requer também um grande trabalho em equipe. Ainda, a prova conta com o acolhedor público da capital catarinense, que vai aos principais pontos da corrida para incentivar os competidores. Todos esses elementos fazem do Revezamento Volta à Ilha a principal competição do gênero na América Latina.
 
O evento que começou com dezenas de atletas hoje recebe aproximadamente 4.000 atletas de 14 estados brasileiros e do Mundo. Em 2015, o Revezamento Volta à Ilha completou seu 20º aniversário, consolidando-se no cenário nacional e internacional e agora, para sua 23ª edição a expectativa e ansiedade dos atletas permanece a mesma. A prova se consagrou pela qualidade e pelo profissionalismo da Eco Floripa, que a cada ano se responsabiliza por realizar um evento cada vez melhor e inesquecível.

O evento de encerramento das atividades do CRAS Areias em 2017 foi marcado por uma confraternização especial com a participação do Grupo de Dança CEAFIS, recreação infantil, música e lanche especial. A festividade ocorreu na última sexta-feira (15), na sede do Centro de Referência de Assistência Social, onde são desenvolvidas diversas atividades para possibilitar o acesso da comunidade à arte e ao lazer.

No período da manhã, por volta das 10h, o dia de celebração começou com a chegada do Projeto Movimento Saudável. A iniciativa envolve a comunidade em atividades preventivas e promocionais voltados à atividade física, em diversas áreas do município, através da atuação das equipes de Estratégia de Saúde da Família, Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) e Centro de Referência da Assistência Social (CRAS Areias). 

“É uma parceria muito importante entre as secretarias da Saúde e da Assistência Social que visa o fortalecimento da rede intersetorial no município e vem se tornando cada vez mais atuante por meio da grande participação da comunidade”, assinala a coordenadora do CRAS Areias, Jessica Miolla Soares, na companhia da coordenadora da UBS Areias, Pricilla Hypólito da Silveira, e da enfermeira Sabrina Inês que informaram a continuidade do projeto em 2018. 

Às 15h, moradores, colaboradores e servidores que participam do CRAS Cultural, desenvolvido no CRAS Areias, se reuniram para encerrar as atividades do ano em um evento festivo marcado pela alegria e a confraternização dos participantes.

O CRAS Cultural é fruto da dedicação da equipe técnica do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) em conjunto com profissionais da rede pública municipal e voluntários, que promovem eventos comunitários toda a última sexta-feira de cada mês com foco no espaço de compartilhamento de experiências para fortalecer os vínculos familiares e comunitários. 

“Desenvolvemos este trabalho com muito carinho e, através da colaboração de muitos parceiros e voluntários, estamos conseguindo reforçar cada vez mais o vínculo das famílias que nos procuram e situações de vulnerabilidade com estas ações que envolvem cultura, arte e lazer”, conta Jessica ao informar que as atividades continuam em janeiro. 

O CRAS Cultural realiza oficinas, passeios, atividades culturais e de lazer para moradores em territórios que CRAS Areias abrange como os bairros Areias, Barreiros, Bela Vista, Ipiranga, Jardim Cidade Florianópolis, Nossa Senhora do Rosário, Pedregal, Potecas, Real Parque, Jardim Santiago.

À tarde festiva teve apresentação do Grupo de Dança CEAFIS, com o número Fantasma da Ópera, recreação infantil coordenada por Mariana Fragas, música e lanche especial para crianças e famílias assistidas pelo centro. 

Araquari é mais uma vez o município com o maior crescimento no Índice de Participação dos Municípios (IPM) na arrecadação do ICMS. Em 2018, a cidade vai receber R$ 8,9 milhões a mais do que neste ano, uma evolução de 31,4%, efeito das atividades das fábricas BMW e Hyosung. Os dados do IPM na arrecadação do ICMS de 2016 que será repassado ao longo de 2018 para todos os municípios foram publicados pela Secretaria de Estado da Fazenda na última sexta-feira, 15. As informações estão disponíveis neste link  (a partir da página 91).

O diretor de Administração Tributária, Ari Pritsch, observa que em junho a Fazenda publicou os índices provisórios do IPM, dando aos administradores municipais o direito de questionar os números. “A apuração do IPM em Santa Catarina é uma das mais participativas do Brasil. Representantes dos municípios participam das definições das regras de apuração e dos julgamentos”, destaca Pritsch. Somente após análise e julgamento dos pedidos de impugnação, a Fazenda publica a lista do IPM definitivo.

O secretário da Fazenda, Renato Lacerda, lembra que a participação no ICMS é uma das principais receitas para a maioria dos municípios catarinenses. “Isso só aumenta a responsabilidade da Fazenda no combate à sonegação e, principalmente, na atração de novos investimentos para Santa Catarina”, observa Lacerda.

Maiores participações

Assim como no ano anterior, Joinville (8,6%), Itajaí (7,2%), Blumenau (4,8%) e Florianópolis (2,8%) terão as maiores participações ao longo do ano. No entanto, ressalta-se que dos quatro, apenas Itajaí não registrou queda no índice. Joinville teve queda de 5,2% em relação a 2017, uma repercussão financeira de R$ 19,6 milhões a menos. Blumenau apresentou IPM 1,5% menor (R$3,1 milhões a menos) e Florianópolis 1,8% menor (R$ 2,1 milhões a menos).

Menores participações 

Na lista dos municípios com menor participação estão Pescaria Brava (0,059%), Rio Rufino (0,061%) e Presidente Nereu (0,062%).

Maiores quedas

O ranking das maiores quedas é liderado por Abdon Batista (-21,4%), que receberá R$ 1,5 milhão a menos que neste ano, efeito da contabilização dos resultados financeiros da empresa Rio Canoas Energia. Entre as grandes cidades, Jaraguá do Sul também teve forte queda (-9,1%), um impacto negativo de R$ 11,5 milhões.

Maiores crescimentos

O ranking dos maiores crescimentos, liderado por Araquari, tem ainda os municípios de Ponte Alta do Norte (20%), que receberá R$ 681 milhões.

Como é feito o cálculo

O IPM é calculado anualmente pela Secretaria de Estado da Fazenda, que considera como principal critério o “Movimento Econômico” – também conhecido como “Valor Adicionado” (VA) – para compartilhar com os Municípios o ICMS recolhido pelo Estado. A lei regulamenta que o Governo do Estado deve repassar 25% da arrecadação de ICMS aos Municípios, sendo que 15% desse total são divididos igualmente entre os 295 Municípios e 85% são distribuídos de acordo com o VA.

 

O Jornal Informe é uma rede de jornais de circulação em Caçador (sede) e Florianópolis 

Editor: Adriano Ribeiro
Telefone: (48) 3733-6977
Plantão: (48) 9922-8133
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.