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01/09/2017 08:43

Os Badarós - Até quando a população ficará refém da leniência do poder público com moradores de rua?

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População afastada das áreas públicas, com medo de ser abordada, desvalorização de imóveis e sujeira pela cidade são algumas das consequências da falta de solução para o problemas dos moradores de rua em Florianópolis. Desde que assumiu a nova gestão, em janeiro deste ano, a prefeitura afirma que vem realizando ações de cadastramento, acolhimento e encaminhamento das pessoas em situação de rua, porém, o que todos percebem é que essas medidas não são suficientes, nem têm se mostrado eficazes para resolver esta equação. Além da prefeitura, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do promotor Daniel Paladino, também tem atuado para buscar soluções, mas a verdade é que se percebe muito discurso de cunho social e pouca ação efetiva. Fato é que a população trabalhadora da cidade paga seus impostos e exige uma solução tanto da prefeitura, quanto do MPSC.

 

Sem fila

Foi aprovado na noite de terça-feira o projeto de lei 16.998/2017, de autoria do vereador João Luiz (PSC), que institui bolsas de estudo para alunos da rede municipal em escolas privadas, por meio de permuta com o IPTU. Na prática, o PL vai auxiliar na solução para 2.900 crianças que estão fora da escola por ausência de vagas disponíveis, segundo informações da secretaria municipal de educação de Florianópolis. Mesmo com algumas creches e escolas em construção, não existem recursos disponíveis para contratação e manutenção de professores e servidores administrativos, fato que inviabiliza a oferta de vagas nestes locais.

 

Poderoso chefão

A denúncia do vereador Pedrão (PP) trouxe à tona o fato de que o presidente da COMCAP, conhecido como Carlão, custa R$ 58 mil mensais para a população de Florianópolis. Tal bizarrice acontece porque o município precisa arcar com salário e encargos da CELESC, onde o político é funcionário de carreira, no valor de R$ 48.728,96. Além disso, a prefeitura paga verba de representação na COMCAP, no valor de R$ 9.450. Pelos cálculos, o presidente da empresa, que consegue ter prejuízo, mesmo sendo monopólio da coleta de lixo, custa mais para a sociedade que o presidente da república, Michel Temer.

 

2018 está aí!

Cada vez mais consolidadas as alianças para o governo do estado em 2018. De um lado, PSD-PP-PSB, de outro PSDB-PMDB-DEM. As composições repetem o cenário das eleições municipais do ano passado, em Florianópolis. Falta só definir os candidatos. Provável hoje seria Gelson Merísio vs. Paulo Bauer. Caso Dário Berger consiga se desenrolar da justiça, seu nome ganha força.

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