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18/09/2017 07:54

Os Badarós - Caso Santander: uma luz na guerra de desinformação

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Caso Santander: uma luz na guerra de desinformação

O caso da exposição promovida pelo banco Santander, por meio de incentivos públicos da lei rouanet, causou repercussão em todo Brasil e também no exterior, onde o jornal Washington Post chegou publicar uma reportagem sobre o assunto. Desde o início da polêmica, algumas versões têm sido apresentadas e muita desinformação vem sendo propagada, infelizmente, pelos maiores veículos de mídia do país. Na esteira dessa guerra de narrativas, o Movimento Brasil Livre (MBL), conhecido por defenestrar o PT do poder, foi duramente atacado de forma injusta. Enfim, vamos aos fatos. 1. O que se discute não é o conceito de arte. Ninguém tem a pretensão de definir algo que desde a filosofia antiga é debatido e até hoje não se chega a uma conclusão. 2. Ninguém promoveu censura da exposição, uma vez que somente o poder estatal tem a competência para atos dessa natureza e quem decidiu encerrar a exposição foi o próprio banco. 3. As críticas feitas ao evento e que levaram o próprio Santander a fechar a exposição dizem respeito basicamente a dois fatores: a) o uso de dinheiro público (por meio de renúncia fiscal da lei rouanet) para promover uma exposição que ataca símbolos religiosos, e b) o direcionamento de uma exposição artística com imagens de sexo, zoofilia e nudez para crianças em idade escolar. Conforme o próprio objetivo do evento, presente no projeto de captação, diz: “aproximar o público escolar das diversas linguagens da arte contemporânea e seus autores. Instituições com visitas pré-agendadas contarão com monitores e participação no Programa Educativo do Santander Cultural para Públicos Especiais, principalmente escolas tanto da rede pública, quanto privada”. O que revoltou a sociedade brasileira – e o MBL foi apenas um catalisador dessa revolta – foi exatamente expor crianças às imagens sexualizadas e de conteúdo adulto. No mínimo, a amostra deveria ter uma classificação etária, coisa que não havia. Ao contrário do que alguns blogs disseram, não houve violência, nem invasão, nem depredação das obras expostas. Muitas pessoas, indignadas, filmaram e fotografaram as imagens para divulgar nas redes sociais como forma de protesto, o que é perfeitamente legítimo em uma democracia. De tudo o que aconteceu, fica uma certeza. A extrema-esquerda não está sabendo lidar com as reações contrárias as suas imposições nas áreas da educação e da cultura, nichos onde predominava e não era importunada. Os tempos mudaram!

 

Viralizou

Vídeo do empresário Luciano Hang, dono da Havan, no qual faz duras críticas ao presidente do sindicato de Cacoal-RO, que impediu a loja de abrir no feriado de 7 de setembro, viralizou nas redes sociais. Somente em uma das páginas onde o vídeo foi postado, já passa de 1 milhão de visualizações.

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