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27/10/2017 13:11

Os Badarós - Esquerda tenta capitalizar suicídio de reitor para aprovar lei de abuso de autoridade

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O senador Roberto Requião (PMDB-PR), o mais petista dos peemedebistas, conhecido por comer mamona, e a deputada federal Érica Kokay (PT-DF), entraram como requerimento para solicitar uma sessão solene em homenagem ao ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luis Cancellier, que cometeu suicídio no dia 02 de outubro, ao se atirar do último piso de em um shopping movimentado da capital catarinense. O objetivo da homenagem é capitalizar apoio para aprovação do projeto de lei do “abuso de autoridade”, do qual Requião é defensor árduo. Cancellier foi alvo de operação da Polícia Federal em setembro, quando foi preso preventivamente, acusado de obstruir investigações sobre transferência de recursos dos programas de educação à distância na Universidade. De acordo com os investigadores, havia distribuição de bolsas de estudo para pessoas que não eram estudantes, em um grande esquema de desvios.

 

Juiz de Floripa que virou ministro do TSE é contra voto impresso

O juiz Jorge Mussi, natural de Florianópolis e formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), assumiu essa semana uma vaga como ministro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e será colega de trabalho de Dias Toffoli. Em entrevista ao colunista Moacir Pereira, do grupo NSC, o magistrado afirmou ser contra o voto impresso e defende as urnas eletrônicas. “Tenho trocado ideias com meus colegas e concluímos que neste momento o custo do voto impresso seria insuportável nas eleições de 2018. Vejo na urna eletrônica um equipamento simples e seguro, que funciona até com bateria”, disse o juiz. Parece que o magistrado precisa sair do ar condicionado de seu gabinete e ouvir um pouco o que o povo pensa sobre as urnas eletrônicas e da Justiça Eleitoral.

 

Hipocrisia pública

O Ministério Público de Santa Catarina está se consagrando como a instituição mais hipócrita do país. No órgão dos autointitulados arautos da moralidade, para cada servidor concursado, há dois funcionários comissionados. Entre assessores e assistentes de promotoria, são cerca de 1.000 funcionários que não passaram por concurso público e representam uma despesa de quase R$ 90 milhões por ano em salários que saem do bolso dos pagadores de impostos. A título de comparação, a prefeitura de Florianópolis possui cerca de 10 mil servidores efetivos e 300 cargos comissionados.

 

Saúde!

Finalmente um vereador teve coragem de colocar em pauta o retorno da venda de cerveja nos estádios. Gabriel Meurer (PSB), o Gabrielzinho do PROCON, protocolou o projeto na câmara. Todo apoio ao vereador por esta iniciativa!

 

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