Câmeras nos uniformes da GMF; amplo projeto de Zeladoria da Capital e outras notas

Nesta coluna, vereadores Maryanne Mattos (PL) e Afrânio Boppré (PSOL) ingressam com projeto para uso de câmeras corporais nos uniformes dos Guardas Municipais de Florianópolis; está em gestação amplo projeto de Zeladoria Urbana na Capital; jornalista lança livro de crônicas sobre a política catarinense e outras notas

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Guardas Municipais poderão ter câmeras nos uniformes na Capital

Projeto prevê implantar câmeras nos uniformes dos Guardas Municipais

Os vereadores Maryanne Mattos (PL) e Afrânio Boppré (PSOL) protocolaram na Câmara da Capital um projeto de lei complementar (PLC) que institui câmeras corporais nos uniformes dos Guardas Municipais de Florianópolis. Se aprovado garantirá que as micro câmeras sejam integradas ao sistema de comunicação central dos órgãos de Segurança Pública, para geração de transmissão de imagens e som em forma digital durante atendimento a ocorrências.

Maryanne Mattos, vereadora e guarda municipal há 17 anos, explica que a iniciativa tem o propósito de constituir mais uma ferramenta de transparência e legitimidade dos atos e ações no poder público. “A Polícia Militar de Santa Catarina, por exemplo, já tem feito a implementação de câmeras em uniformes de seus agentes, possibilitando mais condições de fiscalização das operações executadas. Alguns colegas da Guarda Municipal de Florianópolis já usam seus celulares pessoais para garantir o aprimoramento profissional e a qualidade no atendimento das ocorrências, além de ser solicitado imagens em fotos e vídeos pela chefia de cada ocorrência atendida, material também produzido pelos aparelhos pessoais dos agentes da GMF, então vejo este projeto de lei como um instrumento para promover mais segurança e proteção ao trabalho dos próprios agentes e também de melhoria na qualidade deste atendimento para a população”, explica. 

Câmeras corporais na GMF (II)

O vereador, e também proponente da ideia do uso de câmeras corporais nos uniformes dos Guardas Municipais, Afrânio Boppré, ressalta que o avanço de novas tecnologias de mídia e troca de dados em tempo real deve ser utilizada de forma eficiente no serviço público, permitindo, com isso, uma possibilidade de controle do trabalho e de reconhecimento de quem age de forma correta. “Mostrar o que acontece durante o trabalho é excelente tanto para o servidor que tem registrado todos os seus atos como prova documental, se necessário, e para a sociedade que irá presenciar o que de fato aconteceu e constatar a redução do uso excessivo de força e do número de denúncias por abuso de autoridade”, completa. 

Depois de recebido no Plenário, o projeto passará pelas comissões permanentes e posterior votação na casa legislativa.

Saiu o livro do Pacácio

Na foto abaixo o amigo e jornalista Frutuoso de Oliveira, especialista em marketing político, autografando sua mais nova obra, o livro ” Conversas em Biguaçu”. O livro foi escrito no ano passado, durante o período de pandemia, quando Oliveira estava recluso no seu apartamento no centro de Florianópolis.

Trata-se de um conjunto de crônicas muito criativas e bem humoradas, que à época foram publicadas no facebook, ‘linkando’ episódios da política atual Catarinense, especialmente envolvendo o governador Carlos Moisés e fictícias conversas entre políticos e o mestre espírita Pacácio – incorporando o ex-governador Luiz Henrique da Silveira. Nos contos, LHS dá supostos conselhos ao inexperiente Moisés, ao experiente ex-presidente da Alesc, Julio Garcia e outros políticos.

As postagens no facebook fizeram tanto sucesso que Oliveira resolveu compilar tudo num livro, prefaciado pelo competente jornalista Upiara Boschi. Uma bela sugestão de leitura para quem gosta de acompanhar o cenário político no Estado e também gosta de ver as coisas por outros ângulos, sair da caixa.

Bruno Becker (PL) assume

Tomou posse na Câmara de Florianópolis dia 16 de junho o 1º suplente Bruno Becker (PL). O parlamentar está ocupando a cadeira do vereador Maikon Costa (PL) por trinta dias.

Durante seu período na Casa, o vereador defenderá a geração de oportunidades às pessoas em situação de vulnerabilidade social, em especial às crianças. “Eu quero, nesse trabalho, gerar oportunidades principalmente para as crianças, para o futuro da nossa cidade, que apesar de ser uma capital rica, tem 105 mil pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Estou aqui por acreditar na igualdade de oportunidades, na igualdade de condições para que qualquer jovem ou criança possa não só acreditar nos seus sonhos, mas realizá-los, e a gente está aqui para isso: cuidar da nossa cidade e cuidar das pessoas”, disse.

Secretaria de Meio Ambiente

Só se dá ao subordinado uma carga que ele consegue carregar. Talvez pensando nisso o prefeito Gean Loureiro (DEM) encarregou ao ex-vereador Fábio Braga a complicada e espinhosa tarefa de assumir do zero a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, criada no início do ano, após alterações nas funções da Comcap. Braga pegou uma pasta sem nada, nem orçamento, mas usa sua habilidade de diálogo e vontade de trabalho e está entregando resultados.

Prova é que o prefeito vem repassando mais tarefas. Uma dessas tarefas é a “menina dos olhos” da atual administração. Trata-se de um amplo projeto de Zeladoria Municipal, que vai implantar uma rede de conservação urbana nas ruas e bairros da cidade. Mais detalhes serão conhecidos nas próximas semanas quando o projeto for apresentado pela atual administração. Ainda estão nos ajustes finais.

O secretário também está animado com outros projetos na área como o sucesso do serviço de coleta de pesados e o serviço de coleta de verdes, que vão de vento em popa. Só de chamados no Pesados há mais de 1.000 solicitações já.

Secretário, Fábio Braga

Aplicativo da Coleta

Braga também adianta que em breve será lançado uma espécie de ‘Floripa no Ponto’ da coleta de lixo na cidade, uma espécie de Se Liga na Coleta. A ideia é basicamente simples: através de um aplicativa o cidadão poderá acompanhar o deslocamento por GPS do caminhão da coleta e saber o exato momento em que vai passar na frente da sua casa, sem falar em outras informações da área. Vai ajudar em muito na programação das pessoas em relação a seus resíduos, sem falar em ampliar significativamente a interação entre o poder público e o usuário final.

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