Chef pattiserie homenageia avó e cresce 10% na pandemia

Em homenagem à avó, Mariana Reitz, chef pattiserie de Florianópolis, trocou o nome de seu ateliê de doces finos.

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A Mari Reitz Patisserie passou a se chamar Josefinas e, desde a mudança, há quatro anos, a empresa se consolidou na Grande Florianópolis, mesmo com a pandemia.

Os últimos 16 meses foram desafiadores para a profissional de 40 anos. Ela se reinventou e apostou nas redes sociais para continuar vendendo, principalmente o Instagram (@josefinasdoces). E até cresceu no mercado: o aumento foi de 10% em relação a 2019.

A base de seu trabalho são os doces finos e os bolos, cujas encomendas podem ser para eventos ou para confraternização em família, que podem ser retiradas em seu ateliê, que fica na Travessa Carreirão, ao lado da Beiramar Norte, endereço gastronômico conhecido na capital catarinense.

Formada na antiga ASSESC (atual Estácio de Sá), foi no estágio da faculdade que descobriu a paixão pela confeitaria. No Sofitel (atual Novotel), em Florianópolis, procurou vaga na cozinha. A única vaga, na confeitaria, resultou em seu ponto de virada: a confeitaria tornou-se seu novo projeto de vida.

Entre os cursos na área, destaque para o conceituado intensivo de confeitaria com o chef Diego Lozano. Experiência internacional em confeitaria adquiriu um ano depois de formada, em 2013, quando, em Dublin, na Irlanda, trabalhou na confeitaria do restaurante Rustic
Stone.

Antes disto Mariana já se interessava por gastronomia, onde teve experiência em dois segmentos antes de ingressar na confeitaria: na pousada da família teve um café e um bistrô na década passada.