Dibea Floripa: O trabalho de recuperação por trás de cada animal resgatado

São inúmeras os casos de cães que chegaram na Dibea sem esperanças de um recomeço, mas que agora estão prontos para ganhar uma nova família

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Dia do resgate

Wellington foi resgatado pela Dibea Floripa e Polícia Militar em setembro de 2021. O cachorro vivia em situação de maus-tratos e não tinha mais forças para levantar, por conta de uma anemia grave. Após o resgate, Wellingon, que recebeu o apelido de Tom Tom, começou um longo processo de recuperação na Dibea.

A equipe veterinária se encarregou de examinar, diagnosticar e iniciar o tratamento do Tom Tom. Uma clínica de fisioterapia animal se voluntariou para auxiliar no processo de retomada dos movimentos do bichinho. Ele, que no início não conseguia nem mesmo levantar do lugar, passou a dar os primeiros passos e, agora, correr, mesmo que ainda com dificuldade. Wellington é um dos mais de 170 cães que chegaram na Dibea sem esperanças de um recomeço, mas que agora estão prontos para ganhar uma nova família.

Atualmente, quase totalmente recuperado e aguardando adoção

Adote na Dibea

A Dibea Floripa é um órgão municipal que realiza todo o ciclo de acolhimento dos animais, desde resgate, recuperação, castração, microchipagem e vacinação, até que finalmente possam receber uma família. Mas esse processo é lento, na maior parte dos casos. Alguns bichinhos precisam de mais tempo para se recuperarem, como o Wellington, outros ficam anos esperando para adoção.

Em 2020 e 2021, a Dibea resgatou mais do que doou. Enquanto os números de adoções diminuíram com a pandemia, a quantidade de abandono aumentou, fazendo com que o órgão chegasse a superlotação. Neste mês de janeiro, a Prefeitura sancionou uma lei que permite adoções para moradores de outras cidades. Mais do que nunca, a Dibea Floripa precisa de adotantes para os mais de 200 animais acolhidos. Dessa forma, será possível realizar novos resgates de animais que tanto precisam, assim como o Wellington, que teve essa oportunidade.