Preparativos para 1º Bienal do Livro em São José entram na reta final

Duas rodas de conversa com os temas "O Novo perfil de produção literária" e "Biblioteca Escolar" são destaques da programação

0
268

Os preparativos da 1ª Bienal do Livro em São José entram na reta final. Na contagem regressiva para o evento que será realizado de 7 a 11 de setembro no Centro Multiuso, a comissão organizadora trabalha no leque de atrações para aproximar a comunidade dos livros.

A roda de conversas é uma das maneiras de trazer através do diálogo informal o compartilhamento de ideias entre profissionais da área. Serão duas rodas de conversa: a primeira abordará no dia 8 de setembro às 18h o tema “Um Novo Perfil da Produção Literária”, auxiliando os escritores iniciantes o passo a passo na produção de uma obra, disponibilizando ferramentas para escrita e diagramação.

O encontro será mediado por Leonita Fernandes, fundadora da editora e produtora Infinita Leitura; com a participação de Marlene de Fáveri, historiadora, escritora e autora de livros e artigos ligados à temática do feminismo e Carlo Manfroi, escritor, redator e professor premiado no concurso Mário Quintana.

CALDEIRÃO

Na segunda roda, no dia 10 de setembro às 16h, o tema será a respeito da “Biblioteca Escolar”, com foco no bate-papo com os profissionais do ramo, tanto de instituições públicas quanto privadas. A mediadora do encontro será Maria Helena Krüger, superintendente da Fundação Educacional. Mestre em Gestão Estratégica das Organizações, Maria Helena foi bibliotecária da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc), assumindo cargos como pró reitora e vice-reitora em universidades públicas e privadas em SC, MG e SP.

Maria Helena será mediadora do bate-papo que terá como tema “Biblioteca Escolar” e contará com profissionais do ramo de instituições públicas e privadas

Para Maria Helena Kruger, mediadora da segunda roda de conversa, membro da comissão organizadora, a 1ª Bienal do Livro em São José é uma oportunidade única de experimentar novos conhecimentos. “Precisávamos da Bienal no município; vejo São José como protagonista desse evento. Experimentamos uma jornada por diferentes instituições, de vários níveis, a Bienal traz esse caldeirão de informação, de cultura, arte. Ela transcende para algo maior, a primeira Bienal surge dessa forma como uma caldeirão de inúmeras possibilidades. Vamos passar por lançamentos de livros, rodas de conversa, traz até a cultura gastronômica. De ofertas do que há de melhor nesta ceara de produção literária,” pontua Maria.