São José imuniza 70.79% das crianças contra a paralisia infantil

Exatas 8.853 crianças com até 5 anos já receberam a gotinha da pólio; São José tem ao todo 12.506 crianças aptas para receber a vacina

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São José continua na luta contra a paralisia infantil. A campanha de imunização contra a Poliomielite, iniciada em 8 de agosto, alcançou 8.853 crianças com idades de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, a quantia corresponde a 70.79% do público alvo que pode receber a gotinha. Ao todo, o município tem 12.506 aptas para se vacinar. A Secretaria de Saúde Municipal reforça aos pais a importância da aplicação da dose de reforço nas crianças, para evitar a reintrodução do vírus da doença.

O Ministério da Saúde (MS) prorrogou a campanha até 30 de setembro. O objetivo do MS é alcançar a cobertura vacinal igual ou maior que 95% de crianças. Diante desse cenário, o município vem desenvolvendo ações que alcançam o público em âmbitos diferentes.

Autorizações foram enviadas aos pais para aplicação da vacina em todos os Centros de Ensino Infantil (CEIs) públicos e privados e continuam durante a prorrogação da campanha. Durante os dias, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com base nas informações presentes nas Unidades de Saúde, identificam as regiões em que a imunização contra a Poliomielite não foi completa e orienta as famílias.

IMUNIZAÇÃO

As imunizações ocorrem também de segunda a sexta nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O horário de atendimento das unidades é das 8h às 16h, para as unidades que fecham às 17h, e 18h para as UBSs que fecham às 19h.

POLIOMIELITE

A Poliomielite só pode ser prevenida com a vacinação e as crianças menores de cinco anos devem ser vacinadas. A pólio é uma doença contagiosa causada por um vírus, que atinge crianças e adultos e pode resultar na paralisia nos membros inferiores.

A imunização é feita com a Vacina Oral Poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido as três doses de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) do esquema básico. A doença, também chamada de paralisia infantil, tem certificado de erradicação no país desde 1994, mas a baixa cobertura vacinal nos últimos anos preocupa especialistas.