Presidente Cobalchini cria grupo de trabalho com Empresas Juniores

O Movimento Empresa Júnior é um empreendimento que não tem fins lucrativos, a organização é feita por estudantes de graduação

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O presidente da Câmara de Florianópolis, João Cobalchini (União Brasil) recebeu na quinta-feira (12) a visita de jovens que fazem parte da Federação das Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina – FEJESC. O Movimento Empresa Júnior é um empreendimento que não tem fins lucrativos, a organização é feita por estudantes de graduação orientados por professores, onde realizam projetos e prestam serviços para outras empresas, aprendendo na prática a exercer a profissão.

 “O trabalho que eles realizam é excelente, de qualidade e benéfico para diversos segmentos do mercado, não só na área administrativa. Além de oportunizar ao estudante universitário práticas empreendedoras, os serviços são mais acessíveis a pequenas empresas, possibilitando um mercado mais competitivo e tecnológico. Nós precisamos incentivar esses jovens e olhar o futuro e esse encontro possibilitou a criação de um grupo de trabalho que irá construir algumas ações para potencializar esse trabalho aqui em Florianópolis,” destacou o presidente do Legislativo da Capital.

Buscando um Brasil mais empreendedor as Empresas Juniores se posicionam como um dos principais projetos de conexão entre Universidade e Mercado. O presidente da FEJESC, Thomás Toledo Bortolato apontou que atualmente o serviço de consultoria prestados pelos jovens chega a movimentar R$ 79 milhões  representatividade nacional em faturamento de 1.200 Empresas Juniores, já a representatividade em Santa Catarina o valor movimentado fica em torno de R$ 7.3 milhões de faturamento em 84 Empresas Juniores.

“Hoje a gente veio aqui para a Câmara Municipal de Florianópolis junto com alguns representantes para fazer essa aproximação com o Legislativo e apresentar esses resultados alcançados em 2022. Hoje é um expoente no mundo inteiro do movimento Empresa Júnior. Nossa pauta principal diz respeito à isenção de ISS, uma retirada de taxação que ao nosso ver poderia ser reinvestida de outras formas. A gente pode estar conseguindo explorar mais isso, proporcionando melhores experiências e capacitação, afirmou Thomás.

Todo o lucro é transformado em capacitações para os membros e melhorias para a própria empresa. “Nós não somos remunerados e trabalho voluntário e todo dinheiro ganho é reinvestido através de capacitação, viagens, parceiros, visibilidade de contratação mercado e automaticamente consegue profissionalizar o membro e entregar ao estado principalmente o município um  profissional mais qualificado e que vão alavancar a economia do município. O objetivo  hoje foi proporcionar uma ponte mais direta com o presidente e mostrar o que a gente faz e mostrar o impacto social e econômico que as empresas juniores têm para o município de Florianópolis. Trouxemos empresas de diversos cursos que vão desde enfermagem, engenharia, administração, design e moda. São diversos setores que a gente trabalha e com diversos nichos de mercado e o importante da empresa júnior é que ela tem um preço mais acessível, enfatizou Marcela Batist –  presidente executiva núcleo de Empresas Juniores da Grande Florianópolis

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