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InícioADRIANO RIBEIROCrea Summit está consolidado, avalia presidente Kita Xavier

Crea Summit está consolidado, avalia presidente Kita Xavier

Em sua quarta edição, mais uma vez o evento realizado em Balneário Camboriú serviu como plataforma para troca de conhecimentos e de avanços tecnológicos

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O CREA Summit 2026 chegou ao fim consolidado como um dos principais encontros das engenharias, agronomia e geociências do país. Ao longo da programação, mais de 4,9 mil pessoas participaram de painéis, fóruns e atividades que reuniram representantes do setor público, iniciativa privada, academia e entidades de classe durante três dias, de 26 a 28 de março no Expocentro, em Balneário Camboriú.

O encontro contou com mais de 100 palestrantes. Durante os painéis técnicos, temas como transformação digital, industrialização da construção, segurança cibernética e inovação em processos estiveram em evidência. A programação também incluiu a Feira Tecnológica, que reuniu 150 expositores, entre empresas, startups, instituições de ensino e órgãos públicos.

Praticamente 5 mil inscritos na edição deste ano do Crea Summit

O presidente do CREA-SC, engenheiro Kita Xavier, enfatizou o papel social da engenharia e o trabalho coletivo envolvido na realização do encontro: “Mais do que buscar um bom emprego, precisamos gerar oportunidades para a sociedade. É importante agradecer a todos que se dedicaram para fazer o evento acontecer e reconhecer o trabalho da equipe”.

Veja o balanço do evento feito pelo presidente Kita Xavier:

INFORME FLORIPA – O senhor pode fazer uma avaliação geral desta quarta edição do Crea Summit?

KITA – O Crea Summit nasceu para ficar. Nasceu para conectar ideias, pessoas e isso estamos fazendo com maestria. O Crea-SC está fazendo essa conexão, justamente com os profissionais, empresas, instituições de ensino e outros órgãos públicos para que possamos realmente trazer esse conhecimento de modo a valorizar a sociedade catarinense.

INFORME FLORIPA – O senhor avalia que o Crea Summit já se firmou como mais uma ferramenta que possibilita ao Crea fazer entregas para a sociedade catarinense?

KITA – Na abertura citei o saudoso poeta Mário Quintana, falando das borboletas, que ‘não basta a gente caçar as borboletas, ir atrás das borboletas, cuidar das borboletas, mas sim cuidar do nosso jardim para que elas venham até nós’. É isso que queremos para o nosso Crea. Estamos cuidando do nosso Estado, trazendo propostas como o Caderno Cidades Ordenadas, nosso convênio com a Defesa Civil através do comitê de gestão de crise e também com um edital de fomento que vamos fazer para fazer propostas e projetos para as prefeituras.

INFORME FLORIPA – Como vai funcionar essa parceria com as prefeituras?

KITA – Através das entidades de classe, os profissionais vão fazer projetos para as prefeituras para que elas tenham a oportunidade de buscar recursos do Governo Estadual, Federal, enfim em todos os órgãos com recursos para execução de obras. Em conversa com muitos prefeitos, notamos que faltam projetos.

INFORME FLORIPA – E quando o Crea SC pretende iniciar esse projeto?

KITA – Neste ano o Conselho Federal, em Brasília, colocou R$ 10 milhões para realização de projetos. Nós vamos fazer aqui em Santa Catarina semelhante ao que o Federal está fazendo. A ideia é valorizar as prefeituras. Na outra ponta, têm muitos profissionais que estão precisando de trabalho. Então, por intermédio da entidade de classe vamos contrata-los para fazer esses projetos. A prefeitura vai ganhar, o profissional vai ganhar e a sociedade catarinense vai ganhar ainda mais.

INFORME FLORIPA – Voltando aqui para o Crea Summit, a Feira Tecnológica mostrou vários cases de entidades e empresas compartilhando o conhecimento. O senhor entende que esse é o verdadeiro papel da Feira?

KITA – Trouxemos instituições de ensino e parceiros que têm projeto de tecnologia. Isso serviu para mostrar o que é produzido aqui dentro de Santa Catarina. Humanoides, robôs, foguetes, enfim, uma imensa gama de produtos tecnológicos que mostram que Santa Catarina sabe fazer essa tecnologia, que muitos pensam que só existe na Europa, na China. Mas não, a gente também produz aqui em Santa Catarina. Sem falar das startups, construtechs, agrotechs e todas as verticais voltadas para a tecnologia das nossas áreas da engenharia. Quando a gente trouxe todas essas tecnologias os estudantes se motivaram e começaram também a mostrar produtos muito bons. Isso está gerando muitos negócios entre as empresas e também entre profissionais que buscam alternativas. Isso é fantástico!

INFORME FLORIPA – Tudo isso mostra que o evento já se consolidou?

KITA – Primeiro a gente fez o Summit em Florianópolis, um pouco mais modesto, como 700 inscritos. Depois a gente trouxe o evento para Balneário Camboriú, onde deu um “up”. No primeiro momento trouxemos a apresentação dos edifícios altos, visto que aqui tem um simbolismo muito forte e isso é reflexo da engenharia. Sem falar que os edifícios mais altos do mundo estão sendo construídos aqui e isso tem muita importância para a nossa engenharia. Então, é o terceiro evento que estamos fazendo aqui (a quarta edição do Summit) e é um sucesso. No segundo evento tivemos 1.500 inscritos; no terceiro tivemos 3.500 inscritos e nesse evento superamos a marca de 5.000 inscritos nesta etapa deste ano. É um evento consolidado. O Centro de Eventos aqui da cidade tem a estrutura para abrigar, bem como a rede hoteleira da cidade comporta bem.

Feira Tecnológica
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