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Softplan leva digitalização para debate no South Summit Brazil 2026

Luis Fernando Fausto falou sobre como a transformação digital faz com que prefeituras gastem menos com burocracia e invistam mais em educação, saúde e infraestrutura

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O impacto da transformação digital na gestão municipal e os benefícios desse movimento para os cidadãos foi o ponto central da fala do Chief Technology Officer (CTO) da Softplan, Luis Fernando Fausto, no South Summit Brazil 2026. Na quarta-feira (25), o executivo participou de um painel na programação de um dos maiores eventos de inovação do mundo, na capital do Rio Grande do Sul, junto de Debora Roesler e Carlos Fett, das áreas de tecnologia da prefeitura de Porto Alegre, e Henrique Portella, presidente do conselho deliberativo da Sociedade de Usuários de Tecnologia (SUCESU) no estado.

À frente da estratégia de inovação de uma gigante da tecnologia do Brasil, especializada no desenvolvimento de softwares de gestão para o setor público que promovem mais agilidade e transparência com eficiência para a população, Fausto trouxe dados de um estudo da empresa que mostram um panorama da gestão pública municipal – e que se relacionam aos desafios inerentes à gestão pública.

Segundo o levantamento, que ouviu 1.290 servidores de 334 municípios em 22 estados, 86% das prefeituras usam papel em processos essenciais, o que impõe entraves operacionais diários aos Executivos Municipais, como lentidão na prestação de serviços e desperdício de recursos.

“O estudo comprova que prefeituras digitalmente maduras gastam menos tempo com a própria burocracia e conseguem investir proporcionalmente mais em educação, saúde e infraestrutura, por exemplo. É a tecnologia poupando o pagador de impostos na prática”, diz Fausto.

De acordo com Fausto, a digitalização eficiente reduz os custos do Estado para os cofres públicos. Além disso, quando a gestão é digital, o acesso facilitado a dados confiáveis pode permitir que o gestor enxergue melhor o que está administrando – e tome decisões melhores.

Diretora-presidente da Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa), Debora Roesler corroborou Fausto ao dizer que a digitalização de processos administrativos na Capital reduziu significativamente o tempo da entrega de serviços à população.

“Processos que levavam meses há alguns poucos anos agora levam horas”, afirma.

Ela lembra que soluções prontas, como as oferecidas pela Softplan, têm potencial para beneficiar tanto as prefeituras em si quanto os cidadãos – o estudo da Softplan confirma isso.

De acordo com os painelistas, a digitalização dos processos no poder público é um caminho sem volta. Considerado essencial, o investimento em tecnologia precisa ser acompanhado de qualificação e incentivos quanto ao uso das ferramentas  pelas equipes que gerem a máquina pública. Ainda, que a troca de experiências entre municípios com a gestão de processos é importante, pois pode indicar o que funciona e o que não funciona, considerando, por exemplo, características demográficas.

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