Na manhã do dia 11 de abril de 2026, Florianópolis volta a pulsar no ritmo da corrida. A 29ª edição do Revezamento Volta à Ilha reúne cerca de 3.700 atletas, distribuídos em aproximadamente 360 equipes, em uma das provas mais emblemáticas do calendário esportivo brasileiro.
Criada em 1996 pela Eco Running, a Volta à Ilha é considerada a maior corrida de revezamento por equipes em extensão da América Latina. São cerca de 140 km ao redor da Ilha de Santa Catarina, conectando praias, trilhas, dunas, morros e áreas urbanas em um percurso que mistura desafio físico, estratégia coletiva e experiência de vida.
A prova é dividida em 19 trechos, com distâncias que variam entre 4 km e 16 km, e níveis de dificuldade que vão do fácil ao muito difícil. Ao longo do dia, os atletas percorrem 20 praias e diferentes cenários naturais e urbanos, transformando a cidade em parte ativa da experiência.
“Na Volta à Ilha, ninguém corre só. A conquista é do time”, afirma o professor Carlos Duarte, criador e diretor técnico do evento.
Um evento que movimenta a cidade
Além do impacto esportivo, a Volta à Ilha também se consolida como um ativo relevante para o turismo e a economia local. Segundo levantamento interno da organização, a prova impacta 42 setores da economia e movimenta, em média, R$ 35 milhões por edição, gerando cerca de 12 mil diárias de hospedagem e 1.500 pacotes turísticos.
O evento acontece fora do pico de verão, contribuindo para a movimentação da cidade em um período estratégico e reforçando Florianópolis como destino de turismo esportivo.
“A Volta à Ilha é um patrimônio da cidade. Ela conecta o esporte à cultura local e valoriza quem vive e faz a Ilha pulsar”, afirma Marlei Magro, vice-presidente do Destino Floripa & Região.
Tradição, operação e respeito ao entorno
Ao longo de quase três décadas, a prova construiu uma reputação baseada em consistência operacional e respeito à cidade. A organização mantém um limite técnico de participantes para preservar a experiência dos atletas e garantir a convivência equilibrada com o trânsito, os moradores e as áreas naturais.
O evento só deixou de ser realizado uma única vez, em 2020, durante a pandemia. Em todas as demais edições, manteve sua continuidade e relevância.
“A gente organiza uma prova que passa por lugares sensíveis. Respeitar o entorno e a cidade é parte da nossa essência”, destaca a professora Maria de Fátima, cofundadora da Eco Running.
Novidades em 2026
Entre as novidades desta edição, está a ampliação da experiência digital da prova. Pela primeira vez, será possível acompanhar em tempo real a passagem dos atletas em todos os postos de troca, por meio de leitura de QR Code no número de peito ou diretamente pelo site de resultados.
Outro destaque é a mudança no local de largada e chegada. Em função das obras de uma marina no Trapiche da Beira-Mar Norte, o evento será realizado no Bolsão da Casan, a cerca de 700 metros do ponto tradicional.
Mais do que corrida
A Volta à Ilha não é apenas uma prova. É uma experiência coletiva que envolve estratégia, convivência, superação e conexão com o território.
Ao longo de um único dia, equipes se organizam, se deslocam, se apoiam e constroem uma jornada compartilhada que vai além do desempenho individual.
“A Volta à Ilha é uma prova que a cidade ama porque ela respeita a cidade”, afirma Luanda Duarte, diretora de operações da Eco Running.
SERVIÇO
Evento: Revezamento Volta à Ilha 2026
Data: 11 de abril de 2026
Local: Florianópolis (SC)
Largada e chegada: Bolsão da Casan (alteração temporária em 2026)
Distância: aproximadamente 140 km
Equipes: cerca de 360
Atletas: aproximadamente 3.700
Formato: revezamento em 19 trechos
Mais informações: www.ecorunning.com.br
Resultados ao vivo: www.supercrono.br/resultados/voltaailha2026
Contato imprensa: contato@ecorunning.com.br | (48) 3233-6822
SOBRE A ECO RUNNING
A Eco Running é uma organizadora de eventos esportivos sediada em Florianópolis, fundada em 1996. Com quase três décadas de atuação, a empresa se destaca pela criação de experiências que integram esporte, natureza e cultura local.
Entre seus principais eventos estão a Volta à Ilha, o DesaFrio, em Urubici, e o Revezamento São Chico, em São Francisco do Sul.
Seu propósito é transformar corridas em momentos que ecoem na vida das pessoas.
EM NÚMEROS
Aqui vai o recorte só com números, direto ao ponto:
- 3.700 atletas participantes (2026)
- 360 equipes
- 12 estados representados
Impacto ampliado (estimativas Eco Running 2024):
- +6.000 pessoas em deslocamento para Florianópolis
- 12.000 diárias de hospedagem
- 1.500 pacotes turísticos
- 10.000 profissionais de esporte e saúde envolvidos
- 42 setores da economia impactados
R$ 35 milhões movimentados por edição
POLÍCIA RODOVIÁRIA ORIENTA SOBRE O TRÂNSITO
O Comando de Polícia Militar Rodoviária atuará durante a realização da operação referente à 29º Corrida de Revezamento Volta à Ilha, evento que será realizado no município de Florianópolis, no próximo dia 11 de abril de 2026 (sábado).
Para esta operação, a Polícia Militar Rodoviária empregará Policiais Militares nas rodovias SC-401 (Norte e Sul) e SC-406, buscando proporcionar segurança aos atletas participantes e aos usuários que transitarem pelas citadas rodovias, priorizando a fluidez do trânsito de veículos e a prevenção de sinistros.
A prova possui percurso aproximado de 140 km, sendo disputada por equipes em sistema de revezamento, passando por diversos pontos da Ilha de Santa Catarina. Embora grande parte do trajeto seja realizada em faixas de areia e trilhas, sem interferência direta no trânsito rodoviário, haverá aumento significativo na circulação de veículos de apoio, especialmente nas proximidades dos postos de troca de atletas, o que exigirá atenção redobrada dos condutores.
No evento, serão utilizadas viaturas operacionais, distribuídas em pontos estratégicos das rodovias estaduais, com foco no controle do fluxo de veículos, orientação aos usuários e reforço da segurança viária nos trechos com maior circulação de atletas.
Devido às medidas adotadas, as quais visam à segurança dos usuários das rodovias e dos competidores, solicitamos a compreensão daqueles que necessitarem utilizar os trechos impactados durante o horário da prova, uma vez que poderá haver lentidão e aumento do fluxo de veículos, especialmente nas proximidades dos pontos de apoio e troca de atletas.






