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Bicicleta descartada em galeria pluvial agravava alagamentos em São José

Secretaria de Infraestrutura alerta que lixo jogado nas ruas vai parar nas tubulações e compromete o escoamento da água

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A Prefeitura de São José identificou restos de uma bicicleta obstruindo completamente a galeria pluvial da Rua Célio Veiga, no bairro Jardim Cidade Florianópolis. O material impedia a passagem da água e contribuía diretamente para os frequentes alagamentos registrados na via em dias de chuva.

A descoberta foi feita na semana passada e divulgada nesta segunda-feira (23), pelo secretário de Infraestrutura, Nardi Arruda. Segundo ele, a tubulação existente estava totalmente entupida. “A tubulação estava trancada, entupida. Por isso, foi necessário retirar a tubulação para verificar exatamente o que está acontecendo e resolver o problema na origem”, explicou o secretário.

Nardi Arruda fez um alerta sobre o descarte irregular de resíduos. “O lixo jogado nas ruas vai parar nas galerias pluviais, obstruindo a passagem da água e ocasionando os pontos de alagamentos que temos visto com frequência na cidade”, comentou.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, objetos de grande porte são frequentemente encontrados nas redes de drenagem urbana. Entre os materiais já retirados das galerias estão restos de comida, garrafas PET, latas, vidros, pneus, colchões, cobertores, utensílios domésticos como fogões e geladeiras, além de móveis e, mais recentemente, uma bicicleta.

Obras avançam na Rua Célio Veiga

A Prefeitura segue na fase final das obras de drenagem na Rua Célio Veiga. No início do mês, foi iniciado o enrocamento de pedras nas margens do córrego que deságua no Rio Três Henriques, com o objetivo de ampliar a vazão das águas que descem do morro e reduzir os alagamentos.

Além disso, será executada a proteção das margens com muro de pedra argamassada nas duas laterais próximas às residências, garantindo maior segurança às casas. O secretário reforçou que o curso d’água não pode ser fechado. “Não se pode fechar rio ou córrego. Isso é proibido há mais de 40 anos. A legislação ambiental determina uma faixa mínima de preservação permanente de 30 metros em cada margem, podendo ser maior conforme a largura do curso d’água. Esse trabalho está sendo feito justamente para minimizar os problemas que ocorrem aqui, respeitando a lei ambiental”, destacou.

Também estão previstos serviços de capinagem nas margens e a entrada de máquinas do tipo bobcat na galeria para retirada de lodo, areia e resíduos de material de construção.

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