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Florianópolis recebe pela primeira vez Festival de Cinema para crianças com deficiência

A Coordenadoria de Direitos Humanos através da Assessoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência organizou a ida de estudantes da Rede Municipal ao “Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional” em Florianópolis.

Se trata de um projeto de arte, educação e lazer, voltado principalmente para crianças cegas ou com baixa visão, surdas ou com deficiência auditiva ou com deficiência intelectual ou cognitiva, nos dias 23 e 24 de outubro. As crianças estão assistindo o filme “Meu Malvado Favorito”, no Cine Show Beiramar Shopping, com entrada franca.

Os filmes têm audiodescrição das cenas para quem não enxerga, janela de libras para quem não ouve e legendas descritivas para quem não sabe Libras.

“O cinema inclusivo é uma poderosa ferramenta de democratização da cultura e do entretenimento. Essas adaptações não apenas quebram barreiras de acessibilidade, mas também promovem a igualdade, permitindo que todos desfrutem da magia do cinema”, explica o prefeito da Capital, Topázio Neto, que estará presente no evento.

“Cada adaptação representa um passo importante em direção a uma sociedade mais inclusiva e justa, onde a arte e a cultura são verdadeiramente acessíveis a todos”, comenta Rafael Coimbra, que também irá comparecer nesta segunda-feira.

O projeto foi selecionado para a 37ª edição do “Criança Esperança”. O intuito é mostrar como educação, cultura, tecnologia e solidariedade podem ser agentes de transformação e inclusão social das crianças com deficiência visual, deficiência auditiva e com deficiência intelectual ou cognitiva.

Políticas Públicas na Capital

A Prefeitura da Capital através da Assessoria de Políticas Públicas para Pessoa com Deficiência, assinou mês passado a Lei nº 11.033, que reconhece o cordão girassol como instrumento auxiliar de orientação para identificar pessoas com deficiências ocultas para atendimentos prioritários, e o cordão quebra-cabeça utilizado por pessoas autistas. Além disso, projetos como o “Cuidando Delas” visam dar suporte mental e orientações às famílias que lidam, de alguma forma, com pessoas com deficiência.

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