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InícioGERALMais de 3,2 mil famílias serão beneficiadas com regularização fundiária em Florianópolis

Mais de 3,2 mil famílias serão beneficiadas com regularização fundiária em Florianópolis

Iniciativa faz parte do programa Floripa Regular: Reurb Social e contempla as comunidades da Costeira do Pirajubaé, Morro do Balão e Cartódromo; contrato terá vigência de 14 meses

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A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, formalizou a contratação de empresa especializada para a execução de serviços técnicos de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (Reurb-S), em três comunidades da Capital.

Voltada à regularização de imóveis em áreas vulneráveis que hoje estão em situação informal, a ação pertence ao Floripa Regular: Reurb Social. Mais de três mil famílias da Costeira do Pirajubaé, Morro do Balão e Cartódromo – número estimado com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – terão acesso à escritura do imóvel e melhores condições de acesso a serviços e políticas públicas.

Ao todo, cerca de 1.238 domicílios serão contemplados em uma área aproximada de 293,4 mil metros quadrados. Na Costeira do Pirajubaé, estão previstos 717 imóveis; no Morro do Balão, 294; e no Cartódromo, 227.

Segundo a secretária municipal de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Ivanna Tomasi, a iniciativa representa um avanço importante na política habitacional da Capital. “A regularização fundiária é um instrumento fundamental de justiça social. Estamos garantindo segurança jurídica às famílias e promovendo a integração dessas comunidades à cidade formal, com acesso pleno a direitos e serviços públicos.”

O contrato, no valor de R$ 990.400,00, terá vigência de 14 meses. Como o custo contratado ficou abaixo do previsto inicialmente, a Prefeitura estuda a possibilidade de ampliar a área de abrangência do projeto, incluindo mais famílias na ação.

Parcelamento do solo e titulação dos imóveis

O trabalho prevê a realização de diagnóstico socioeconômico, urbanístico e ambiental das áreas, elaboração dos Projetos de Regularização Fundiária (PRF), desenvolvimento de ações técnicas e sociais junto às comunidades e apoio ao registro em cartório. Ao final do processo, os moradores receberão a titulação dos imóveis em seus nomes.

“Mais do que entregar documentos, estamos reconhecendo a história dessas comunidades e assegurando dignidade às famílias que vivem nesses territórios há anos. A titulação transforma a realidade das pessoas e abre portas para novas oportunidades”, destacou a secretária, Ivanna Tomasi.

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