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Quatro corpos são localizados; polícia suspeita que sejam de jovens desparecidos

Corpos foram encontrados neste sábado (3) em Biguaçu e autoridades policiais acreditam que sejam os jovens desaprecidos no centro de Florianópolis em 28 de dezembro de 2025

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Ao que tudo incia acabou neste sábado (3) o mistério em torno do desaparecimento ocorrido no último dia 28 de dezembro de 2025 de quatro jovens. Segundo informações da Polícia Civil, os jovens foram vistos pela última vez no Centro de Florianópolis, capital catarinense. As autoridades policiais acreditam que seus corpos tenham sido encontrados neste sábado.

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), informou que, por volta das 8h45, deste sábado (3), recebeu informações acerca da localização de quatro corpos abandonados às margens de uma estrada no bairro Fundos, município de Biguaçu. O local suspeita-se ser um cemitério clandestino de uma facção criminosa.

Após o recebimento da informação de populares, uma guarnição da Polícia Militar deslocou até o local para averiguação, onde foi constatada a veracidade dos fatos, encontrando quatro corpos em estado de decomposição. Diante da situação, a área foi imediatamente isolada para preservação do local.

A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas e compareceram ao local para a realização dos procedimentos legais, incluindo a coleta de vestígios e o recolhimento dos corpos. As informações iniciais indicam que os corpos não estavam enterrados individualmente, mas jogados em uma vala na área de mata.

Todos os inícios dão conta de que os corpos são dos jovens desaparecidos, mas, mesmo assim, até a confirmação oficial dos legistas, a nota da PM disse que aguarda a confirmação das identidades.

Agora a polícia vai investigar a motivação e possível autoria dos crimes. Inicialmente a suspeita é que os jovens foram executados por membros de uma facção, por terem sido (identificados ou confundidos) como membro de uma facção rival em razão de imagens de gestos de símbolos que teriam feitos. Eles foram torturados, espancados e mutilados antes de terem sido mortos.

Desaparecimento coletivo

O desaparecimento coletivo intrigou as autoridades e mobilizou famílias. Quatro jovens amigos, oriundos principalmente do Sul de Minas Gerais e em busca de melhores oportunidades de trabalho, sumiram após saírem do apartamento que dividiam no bairro Barreiros, em São José, deixando para trás indícios de uma partida apressada e involuntária.

De acordo com o Portal IG, o grupo se mudou para o estado recentemente a trabalho, entre outubro e dezembro, e dividia um apartamento. O caso mobiliza o projeto SOS Desaparecidos da Polícia Militar, que publicou as fotos dos jovens e presta suporte aos familiares.

O boletim de ocorrência foi registrado por um vizinho na terça-feira (30), que notou a residência aberta e sem a presença dos jovens por dois dias.

A porta estava destrancada, as janelas abertas e havia comida em cima do fogão, além de pertences pessoais, incluindo carregadores de celular ainda na tomada.

Os policiais começaram a investigar e tiveram acesso a câmeras de monitoramento que registraram os quatro jovens deixando o prédio por volta das 3h. Às 4h16 , dois dos jovens, Guilherme e Bruno, foram filmados novamente próximos ao imóvel.

Os desaparecidos, com idades entre 19 e 28 anos, são:

– Daniel Luiz da Silveira, 28 anos, natural de Guaxupé (MG), que trabalhava como garçom em um restaurante de shopping e estava em Santa Catarina há cerca de dois meses;

– Bruno Máximo da Silva, 28 anos, natural de Guaranésia (MG), recém-chegado à cidade na sexta-feira anterior (27/12), onde havia conseguido emprego como mecânico em uma oficina;

– Guilherme Macedo de Almeida, 20 anos, natural de Guaranésia (MG), que chegou ao estado há apenas 20 dias e tinha uma vaga de emprego confirmada.

– Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19 anos, natural de Araraquara (SP)

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