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Correndo, pedalando, jogando tênis. Diretora de creche de Florianópolis vive o esporte intensamente

A professora Patrícia da Cruz Abes mora na Servidão Jaborandi, no bairro Campeche, Sul da Ilha. Mesmo podendo utilizar o transporte público ou seu carro pessoal, ela prefere, por volta das 6h50 da manhã, pegar a sua bicicleta e pedalar até o Núcleo de Educação Infantil Municipal de Florianópolis Caetana Marcelina Dias, no Ribeirão da Ilha. Estaciona a bike no Neim, onde é diretora, perto das 7h20 da manhã.

“Quando chego na unidade dá tempo de me trocar e iniciar o trabalho tranquilamente”. Patrícia faz 90 quilômetros indo e vindo do trabalho, uma média de 18 quilômetros diários.

Nascida em Porto Alegre (RS), no dia 29 de junho de 1977, o esporte sempre esteve presente na vida dela. Na adolescência foi corredora de 800 e de 1.500 metros. É casada com Laurent Abes, profissional de educação física e que trabalha com tênis de quadra. Devido a essa influência passou também a praticar esse jogo há 18 anos.

Em meio à pandemia, em maio de 2021, apaixonou-se pelo beach tennis, estando na areia da praia toda quinta e sexta-feira à noite. Sozinha ou em dupla com o marido, já competiu na Liga RB Adrenalina, Liga BT dos Amigos, Liga Sul da Ilha, Miami Beach, Inter Arenas e BT Tour Floripa.

É mãe de Sophie, 12 anos, e de Gael, 7 anos. Todos também praticam essa nova modalidade de tênis, criada em 1987 na Itália e que veio para o Brasil em 2008. A Sophie foi campeã na categoria sub14 feminina e vice com sua dupla na categoria mista, na segunda fase do BT Tour Floripa, campeonato que ocorreu na Joaquina.

Um dos maiores benefícios do esporte, aponta Patrícia, é a relação estabelecida entre a família, em que os 4 estão muito tempo juntos. “Nossa vida social é agitada, de muitos eventos aos finais de semana, ampliando nosso círculo social com vínculos entre adultos e crianças”.

Nenhum deles toma algum medicamento ou adoece com frequência. Com 1,70 de altura, 62 quilos, e prestes a completar 46 anos de idade, Patrícia alimenta-se bem, dentro do possível. Come frutas, iogurte, cereais, legumes , proteínas variadas,farinhas integrais, polvilho azedo, grão de bico. Arroz e macarrão come eventualmente. Bebe muita água e uma vez por semana faz Jejum de 18 horas.

A rotina alimentar do esposo e dos filhos em várias coisas é parecida com a dela. “Gostam de cereais integrais, frutas naturais e secas e bebem bastante líquido”.

Diante da carga de trabalho que desempenha, a atividade física, para Patrícia, é a válvula de escape barata e saudável para o bem-estar do corpo e da mente dela. “Me sinto bem. Meu corpo me permite escalar, sentar no chão, brincar, pular, dançar, sem qualquer tipo de restrição”.

Publica nas redes sociais a rotina intensa de atividade física. “Busco mostrar que mesmo trabalhando muito, com dois filhos e toda a rotina diária, é possível reservar um tempo para o autocuidado”.

É formada em Eletrotécnica e em Pedagogia com Especialização na Educação Especial. Trabalha na Prefeitura de Florianópolis há 11 anos. Iniciou como professora substituta e em 2012 efetivou-se na rede municipal de ensino como auxiliar de sala. No ano de 2015, por concurso, tornou-se professora auxiliar.

Atuou nos Neims Marcelino Barcelos Dutra (Ribeirão da Ilha), Costeira do Pirajubaé (Costeira), Anjo da Guarda (Trindade) e Maria Nair da Silva (Fazenda do Rio Tavares). Há 7 anos está na direção do Neim Caetana Marcelina Dias.

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