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Dia Internacional da Mulher: das primeiras bombeiras militares aos dias de hoje

Hoje a instituição conta com 203 bombeiras militares e com a Coordenadoria de Assuntos Bombeira Militar

Neste dia 8 é comemorado o dia internacional da mulher e como forma de homenagem, trazemos a história das primeiras bombeiras militares que ingressaram no Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC).

Hoje a instituição conta com 203 bombeiras militares e com a Coordenadoria de Assuntos Bombeira Militar, para trazer cada vez mais condições para as mulheres. Temos batalhões e quartéis comandados por mulheres e uma série de evoluções que foram conquistadas com o trabalho das pioneiras da corporação.

As oportunidades de hoje surgiram a partir da coragem de algumas mulheres que abriram os caminhos e que servem de exemplo para muitas bombeiras. E em 2024 ainda é possível contar com elas dentro da corporação, após uma série de mudanças institucionais, mostrando que é possível enfrentar os mais diversos desafios e ainda assim trabalhar com garra e determinação.

Que as histórias da subtenente Adriana e da Sargento Adinair inspirem as próximas gerações e continuem sendo escritas no CBMSC.

Sargento Adinair

No dia do soldado, 25 de agosto do ano de 1989 a hoje 3º sargento Adinair ingressou no primeiro curso de formação de soldados da PMSC, aos 18 anos, iniciando a carreira militar.

Atuou por sete anos no serviço policial operacional e foi para a área administrativa em 1996, quando trabalhou como recepcionista do quartel do Comando do Corpo de Bombeiros, a primeira mulher do estado no CBMSC. Nesta época a corporação ainda pertencia à Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), então como policial, a Adinair realizou o curso de instrutor de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), além de sobrevivência no mar. Na sequência foi convidada para atuar na área de Atividades Técnicas, atualmente Segurança Contra Incêndio, em que atuou por 15 anos, atendendo ao público no protocolo.

Em 2003, na separação do CBMSC e PMSC, a opção foi continuar como bombeira militar. Na época os plantões eram realizados nas equipes de plantão, portanto ela trabalhava no atendimento na ambulância e também no caminhão.

Em 2008 realizou o curso de cabos e em 2013 foi promovida a 3º sargento, pedindo a reserva remunerada em 2015.

Em 2017 foi convidada a ingressar no Corpo Temporário de Inativos da Segurança Pública (CTISP), pela coronel Adriana – a primeira mulher a se tornar coronel no CBMSC, para atuação no serviço social. Até hoje a sargento Adinair exerce a função, dando assistência a bombeiros militares da ativa, inativos e pensionistas.

Subtenente Adriana

Ingressou na carreira militar no ano de 1984, antes da emancipação do CBMSC da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). Foi integrante da segunda turma feminina de sargentos da PMSC e atuou como policial por 20 anos. Como policial militar, ela fazia plantões nos bombeiros aos finais de semana e no período noturno.

Em 2003, ano da emancipação dos bombeiros, passou a atuar na corporação, passando pelas cidades de Itajaí, Barra Velha e Florianópolis, sempre nas atividades operacionais.

A subtenente Adriana foi a primeira bombeira mergulhadora do CBMSC e a primeira mulher a realizar o curso de salvamento em altura.

Em 2005 foi destaque da tropa na Força Nacional, recebendo a boina Grená. Foi a única bombeira militar do Brasil a realizar o treinamento em área de alto risco, no Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), na cidade do Rio de Janeiro. Ainda na Força Nacional atuou nas missões Pan e Para Pan Americano, Missão Morro do Alemão no Rio de Janeiro e Missão Entorno de Brasília.

No ano de 2009 a Subtenente Adriana ingressou na reserva remunerada, porém atualmente faz parte do Corpo Temporário de Inativos da Segurança Pública (CTISP) e atua como monitora do Centro de Formação de Praças no Centro de Ensino Bombeiro Militar.

Homenagem

Estas são apenas duas das grandes mulheres que fazem parte da história do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, mas foi a partir delas e de tantas outras que as portas estão cada vez mais abertas e com oportunidades para as mulheres dentro da corporação.

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