A cirurgia refrativa, popularmente conhecida como cirurgia de correção de grau, vem avançando no Brasil como alternativa para pessoas que desejam reduzir a dependência de óculos ou de lentes de contato. Mas, apesar de a tecnologia estar cada vez mais precisa, o procedimento não é indicado automaticamente a todos os pacientes. Antes da cirurgia, é essencial passar por uma avaliação oftalmológica completa, capaz de identificar se há estabilidade do grau, condições adequadas da córnea e segurança para a realização da técnica.
Entre os principais critérios observados estão a idade, a estabilidade da refração, a espessura e a curvatura da córnea, a saúde ocular geral, a presença de doenças como o ceratocone, o olho seco importante, alterações na retina ou outras condições que possam interferir no resultado. Referências da área, como a American Academy of Ophthalmology e a FDA, indicam que a cirurgia é indicada para adultos, geralmente a partir dos 18 anos, desde que o grau esteja estável e não haja contraindicações clínicas.
Segundo o médico oftalmologista responsável técnico da Ocular Laser Brasil, Alexandre Neto, a principal mensagem é que a cirurgia refrativa deve ser personalizada. “Nem todo paciente que usa óculos é candidato à cirurgia de correção de grau. É preciso avaliar a estabilidade do grau, a anatomia da córnea, a saúde ocular e as expectativas quanto ao resultado. Quando bem indicada, a cirurgia pode trazer um ganho importante em qualidade de vida, mas a segurança começa antes do centro cirúrgico, na consulta e nos exames”, explica.
A correção de grau pode ser indicada para casos de miopia, hipermetropia e astigmatismo, desde que os exames confirmem condições adequadas. Por outro lado, pacientes com grau instável, córnea muito fina ou irregular, doenças oculares ativas, olho seco severo, gestação ou determinadas condições sistêmicas podem precisar adiar a cirurgia ou até descartá-la. Gravidez, amamentação, uso de alguns medicamentos e determinadas doenças também podem interferir na indicação.
Além da segurança clínica, outro ponto importante é o alinhamento de expectativas. A cirurgia pode reduzir significativamente a dependência de óculos e lentes, mas o resultado depende das características individuais de cada paciente. Por isso, a orientação médica é decisiva para explicar os benefícios, os limites, os riscos e os cuidados no pós-operatório.
Nesse cenário, a Ocular Laser Brasil, rede especializada em cirurgia refrativa, tem atuado com foco na ampliação do acesso à informação, à avaliação especializada e ao acompanhamento médico. Fundada por Valter Jobim, a empresa nasceu com o objetivo de tornar a cirurgia refrativa mais democrática no país, aproximando tecnologia, atendimento especializado e modelos de acesso mais viáveis a diferentes perfis de pacientes.
“Falar em democratização da cirurgia refrativa não é tratar o procedimento como algo simples ou banal. Pelo contrário. É criar caminhos para que mais pessoas tenham acesso a uma avaliação séria, com tecnologia, equipe médica qualificada e orientação adequada. A decisão pela cirurgia precisa ser segura para o paciente e responsável do ponto de vista clínico”, afirma Valter Jobim, CEO da Ocular Laser Brasil.
Com atuação em Santa Catarina, São Paulo e avanço no modelo de franquias, a Ocular Laser Brasil busca ampliar a presença da cirurgia refrativa no país sem perder o foco na avaliação individualizada. A proposta da rede é fortalecer um modelo mais democrático de acesso à saúde ocular, com uma jornada estruturada, exames pré-operatórios e acompanhamento médico.
“Nosso papel é aproximar o paciente da informação e do cuidado. A cirurgia refrativa mudou a vida de muitas pessoas, mas precisa ser acessível de forma responsável. Democratizar é permitir que mais brasileiros saibam se podem ou não realizar o procedimento, com clareza, segurança e acompanhamento adequado”, reforça Valter Jobim.








