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22º Dança em Trânsito tem espetáculos gratuitos na Praça XV nesta sexta (5)

Festival internacional itinerante percorre 33 cidades do país com 31 cias de 12 países; na Capital, serão quatro apresentações a partir das 18h desta sexta (5)

Um dos maiores e mais abrangentes festivais internacionais de dança contemporânea do Brasil aporta em Florianópolis nesta sexta, dia 5 de julho, e leva para o Centro da Capital quatro espetáculos de companhias consagradas no país.  As apresentações são gratuitas e começam a partir das 18h na Praça XV de Novembro. 


Do Rio de Janeiro, o Grupo Tápias volta a Santa Catarina e apresenta Portátil, performance que prevê um mergulho nas possibilidades da realidade virtual a partir da interface entre dança, tecnologia e natureza. A ação propõe um mergulho poético e virtual em uma relação direta com o público: o espectador é convidado a uma imersão em um ambiente virtual para assim experimentar movimentos de dança, mas sobretudo estando conscientes de que a partir da realidade virtual, experimenta certa segurança. E por isso, pode até dançar. 


Além do Grupo Tápias, a Praça XV de Novembro será palco também para a Renato Vieira Cia de Dança (Rio de Janeiro, RJ), que apresenta o Suíte Rock “The Dark Side”além do resultado de uma residência artística; e a bailarina do Mato Grosso do Sul, Frantielly Khadija  (Corumbá, MS), com a performance . A sinopse de todos os espetáculos está abaixo.

Dança em Trânsito: mais de 20 anos levando dança contemporânea para todo o Brasil

Em 2024, o Dança em Trânsito celebra 22 anos. O projeto reúne apresentações artísticas, formação, capacitação, reflexão e intercâmbio entre grupos de dança de diversas cidades do Brasil e do mundo. É um festival plural e itinerante, que possibilita trocas de experiências entre artistas e companhias nacionais e internacionais convidadas, e ainda incentiva o desenvolvimento das linguagens da dança.

Este ano, a tradicional itinerância nacional começou em 20 de junho em Belo Horizonte e segue até outubro. No total, 31 companhias ocupam palcos e espaços públicos de 10 capitais brasileiras e 23 outras cidades com espetáculos e uma série de ações para a difusão e democratização da dança, que incluem residências de criação e de intercâmbio profissional com criação e circulação; intercâmbios e valorização do folclore e cultura brasileira; workshops com criação; formação e geração de emprego para professores multiplicadores; rodas de conversa e oficinas pontuais.

Em Santa Catarina, o festival passará por Alto Bela Vista, no meio-oeste, no dia 3 de julho, antes de chegar a Florianópolis. “Além de estendermos o calendário do Dança em Trânsito durante quase o ano todo, o festival também conseguiu um crescimento muito significativo de participação de bailarinos de todos os cantos do país nas residências de criação, que recebeu este ano quase duas mil inscrições”, diz Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.

O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de 1.272 apresentações, com cerca de 114 companhias de 21 países, envolvendo mais de 43 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 100 mil pessoas. 

O 22º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.

PROGRAMAÇÃO EM FLORIANÓPOLIS 

Sexta, 5 de julho, a partir das 18h
Onde: Praça XV de Novembro

– Portátil, com Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ)
30 min

– , com Frantielly Khadija (Corumbá, MS)
13 min

– Suíte Rock “The Dark Side”, com Renato Vieira Cia de Dança (Rio de Janeiro, RJ)
25 min

– Espetáculo resultado da residência de criação para profissionais, por Renato Vieira (Rio de Janeiro, RJ)

Conheça os espetáculos

Portátil, do Grupo Tápias

Performance prevê um mergulho nas possibilidades da realidade virtual trazendo a interface entre dança, tecnologia e natureza. Com realidades inventadas e com a investigação da dança em imagens em 360º, a ação propõe um mergulho poético e virtual em uma relação direta com o público: o espectador é convidado a uma imersão em um ambiente virtual para assim experimentar movimentos de dança, mas sobretudo estando conscientes de que a partir da realidade virtual, experimenta certa segurança. E por isso, pode até dançar. A obra pretende provocar sensorialmente reflexões sobre os temas real e virtual, risco e confiança, movimento e pausa, razão e emoção, incentivando a pesquisa e o cruzamento de diferentes linguagens para ampliar a visão sobre si mesmo e o mundo. Concepção e direção de Flávia Tápias.

Suíte Rock “The Dark Side”, de Renato Vieira Cia de Dança

Espetáculo mergulha nas poéticas cênicas, explorando o diálogo entre o físico e o imaginário do homem contemporâneo. Com direção geral e coreografia de Renato Vieira e colaboração coreográfica de Bruno Cezario, Felipe Padilha, o Suíte Rock “The Dark Side” celebra a união entre o rock e o erudito. Tem música ao vivo de Rafael Kalil, que com um cello e pedaleiras eletrônicas recria o som da guitarra.  

A Renato Vieira Cia. de Dança foi fundada em 1988 e desde sua criação o diretor e coreógrafo Renato Vieira optou por pesquisar uma linguagem de movimentos que trouxesse à cena o que conceituou como a “dramaticidade da condição humana”. Desenvolveu seus trabalhos a partir de textos teatrais e da literatura.  À frente de sua companhia, desenvolve uma linguagem coreográfica que, tendo como foco um tema específico, faz uma síntese entre diversos vocabulários de corpo (balé clássico, moderno, jazz e contemporâneo).

, de Frantielly Khadija

Neste solo, a bailarina evoca o estar só: “Estar sozinho é um tanto quanto desconhecido, pra mim. Aquele desconhecido que incomoda e você gostaria que continuasse sem  intimidade. Amo ser sozinha odeio estar só”. Frantielly Khadija iniciou a carreira na dança em 2015, aos 13 anos, quando já conheceu as modalidades jazz e dança contemporânea. De lá para cá, passou por grandes cias, como a Ginga Cia de Dança, com Diogenes Antonio Pivatto; a Cia do Mato, com repertórios contemporâneos; e a Cia de Dança do Pantanal.  

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