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CASAN investirá na implantação de Unidade de Gerenciamento do Lodo

O projeto prevê trabalho de 36 meses e um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões

A CASAN trabalha para contar com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Ministério da Ciência e Tecnologia, para implantar uma planta piloto de secagem solar de lodo de Estações de Tratamento de Água e Estações de Tratamento de Esgoto.

Esta semana a Companhia recebeu visita técnica de analistas da FINEP em uma etapa que é pré-requisito para assinatura de contrato de subvenção econômica à inovação, pois a  Companhia foi selecionada no edital de Cidades Inteligentes e Sustentáveis

O projeto prevê trabalho de 36 meses e um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões, metade da FINEP e os outros 50% como contrapartida da própria estatal, para implantação de uma Unidade de Gerenciamento do Lodo (UGL) junto à Estação de Tratamento de Esgotos de Canasvieiras.

A meta é estabelecer um procedimento de secagem solar que resulte em um novo produto para fertilização agrícola e recuperação de áreas degradas em Santa Catarina.

A unidade será a primeira no Estado direcionada à preparação de um biossólido para aplicação em solo, possibilitando testes de conformidade, segurança e desempenho. O trabalho deverá ser desenvolvido em uma parceria com a EPAGRI, universidades e outras ICTs.

O trabalho também vai reduzir custos e passivos ambientais com a disposição de lodos em aterros sanitários. Atualmente a CASAN gera aproximadamente 32 mil toneladas de lodo por ano, direcionando esse resíduo a aterros sanitários que estão próximos da saturação.

Além de dar suporte à inovação, o projeto fortalece a CASAN como signatária dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), auxiliando no desenvolvimento de ações que favoreçam o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina.

“Hoje a CASAN tem um custo operacional elevado com o transporte e descarte do lodo, que também representa um passivo ambiental e desperdício de um material que pode ser utilizado para outras finalidades. Temos a expectativa de que seja um trabalho divisor de águas para a  Companhia valorizar o lodo de ETEs e ETAs”, destaca o presidente da Companhia, Laudelino Bastos.

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