google.com, pub-9039894567170353, DIRECT, f08c47fec0942fa0
Hoje é sexta-feira, 1 de março de 2024
Coluna da UNIMED
Coluna da AMPE
Coluna do Adriano
Publicações Legais
spot_img
InícioGERALEnsino de história e cultura afro-brasileira e indígena integra em São José

Ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena integra em São José

Práticas pedagógicas valorizam contribuições desses povos para construção do país

Nesta semana, completa 20 anos da Lei Federal nº 10.639/2003 para inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo da rede de ensino. Em São José, há muitos anos essa já é uma realidade nas unidades educativas municipais com a implantação da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

Nos Centros Educacionais Municipais (CEMs) e Centros de Educação Infantil (CEIs), as temáticas que envolvem a história e a cultura dos nossos antepassados são trabalhadas durante todo o ano. Uma abordagem que valoriza os feitos desses povos que contribuem para a história brasileira. “Não podemos pensar na contribuição e riqueza que os povos indígena e africano trouxeram para o Brasil em apenas um mês ou em um dia. Precisamos falar sobre isso durante todo o ano. A intenção é que essa presença – tão negada ao longo da história da construção do nosso país – seja vista”, citou a assessora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Rosa Maria de Jesus da Silveira.

Para contribuir para a efetividade das ações da ERER, a Prefeitura de São José investe na formação continuada dos profissionais de educação e disponibiliza acervo bibliográfico e materiais didáticos para as unidades. “São ações para promoção do respeito, da diversidade racial e para valorização desses povos”, frisou o prefeito Orvino Coelho de Ávila.

Práticas educacionais

No ano passado, o Seminário de Práticas Pedagógicas em Educação para as Relações Étnico-Raciais compartilhou experiências educacionais desenvolvidas na rede municipal.

Um dos projetos apresentados foi o da Escola Básica Municipal (EBM) Altino Corsino da Silva Flores, localizada em Barreiros, que levou os estudantes do 9º ano a refletirem sobre o racismo linguístico. Os alunos aprenderam que muitas palavras e expressões, oriundas de uma construção colonial e racista, são discriminatórias e devem ser substituídas.

Já no CEI Santo Antônio, no bairro Fazenda Santo Antônio, as crianças trocaram experiências com escolas públicas angolanas. A iniciativa integra o projeto “Identidade: eu, o outro e nós”. “Nosso projeto com as crianças foi uma viagem no mundo do conhecimento por outra cultura; e traz na bagagem o respeito à diferença étnico-racial e multicultural”, observou a professora Lucimare Coelho Burg.

ARTIGOS RELACIONADOS
Publicidadespot_img
Publicidadespot_img

Últimas do Informe Floripa