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Revitalização de centros históricos é tema de evento do Floripa Sustentável e pode virar lei municipal

Em meio à tendência mundial de revitalização de espaços urbanos, o Movimento Floripa Sustentável reuniu líderes empresariais, arquitetos e membros da Câmara de Vereadores de Florianópolis para aprofundar estudos sobre urbanização e retrofit

Em meio à tendência mundial de revitalização de espaços urbanos, o Movimento Floripa Sustentável reuniu líderes empresariais, arquitetos e membros da Câmara de Vereadores de Florianópolis para aprofundar estudos sobre urbanização e retrofit. Na capital catarinense, o tema ganha força em novembro, quando a versão atualizada do projeto sobre retrofit deve ser votada na Câmara dos Vereadores. O encontro, realizado na sede da AltoQi nesta quinta-feira, 18, contou com a participação do arquiteto português André Mendes, que compartilhou sua experiência com o desenvolvimento de projetos nessa área em Lisboa. Entre os participantes estavam também a vereadora Manu Vieira (Novo) e os coordenadores do Floripa Sustentável Roberto Costa, Neri dos Santos e Rui Gonçalves.
Manu Vieira celebrou a criação de ambientes para essas discussões sobre revitalização de espaços públicos. Ela foi responsável por protocolar a versão atualizada do projeto na Câmara de Vereadores e que está em análise na Comissão de Constituição e Justiça. “Esperamos que ele seja votado em novembro”, adiantou a vereadora.
A iniciativa de promover o encontro desta quinta-feira veio após uma série de estudos feitos pelo Floripa Sustentável em São Paulo e na Europa. Integrantes do Movimento buscaram referências sobre como implementar projetos de retrofit na revitalização da região central da cidade, com o objetivo de preservar o patrimônio e dar nova vida a antigos espaços considerados símbolos na capital.
André Mendes, que veio a Florianópolis participar do 5º BIM CREA-SC, congresso que reuniu cerca de 400 engenheiros e arquitetos na UFSC essa semana, falou sobre os projetos de urbanização que estão sendo realizados em Lisboa e deixou um conselho para Floripa: “Todos os espaços a serem criados ou revitalizados precisam ser pensados para servir às pessoas e que sejam concebidos para uso misto: comercial e residencial”.
O coordenador geral do Movimento Floripa Sustentável adianta que novas visitas e encontros como o desta quinta-feira irão acontecer. “Lisboa e Florianópolis têm muitas coisas em comum e vamos avançar nessa aproximação”, garantiu.
Além da tramitação do projeto na Câmara e de eventos como o encontro desta quinta-feira, iniciativas de empresas privadas também integram esse movimento: é o caso do prédio da AltoQi, que recebeu o encontro. A empresa, que por muitos anos esteve na SC-401, famoso ponto de inovação na capital, inaugurou recentemente sua sede no antigo edifício da Codesc. O imóvel foi totalmente renovado com apoio das soluções da empresa e recebeu certificação máxima em empreendimento sustentável.
O presidente do conselho da AltoQi e coordenador de Tecnologia e Inovação do Floripa Sustentável, Rui Gonçalves, afirma que, com essa movimentação, a AltoQi quer se posicionar como uma referência na revitalização do centro de Floripa. “Nosso prédio é o nosso cartão de visitas, mas também é o símbolo de que é possível recuperar espaços e construir um centro histórico mais atrativo para quem mora, trabalha e visita a nossa cidade”.
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