InícioGERALJovens do Pode Crer criam apps voltados à inclusão social

Jovens do Pode Crer criam apps voltados à inclusão social

Aplicativos foram apresentados durante o quarto Hackathon Pode Crer, contando com a parceria da Caixa e mentorias de estudantes do Unicesusc

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Jovens e adolescentes do Programa Pode Crer apresentaram, na última quarta-feira (01), soluções tecnológicas desenvolvidas ao longo dos últimos meses no Hackathon Pode Crer. A iniciativa reuniu pesquisa, reflexão e criação de propostas voltadas a desafios reais enfrentados por usuários dos serviços da Caixa, patrocinadora oficial do programa no ano de 2026.

Com mentoria de estudantes do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) do UNICESUSC, os participantes elaboraram aplicativos e outras soluções digitais pensadas para públicos como pessoas com deficiência, idosos e jovens em início de vida financeira, com foco em educação financeira e organização do orçamento pessoal.

Os projetos apresentados abordam temas como acessibilidade, inclusão financeira, educação digital e ampliação do acesso aos serviços bancários para populações em situação de vulnerabilidade social. As propostas mostram como a tecnologia pode ser utilizada como ferramenta de transformação e de ampliação de direitos. Ao todo, foram seis projetos apresentados em formato de pitch à banca avaliadora.

A apresentação final contou com a presença de representantes da Caixa Econômica Federal — o gerente de Clientes e Negócios na GEINA – Gerência Nacional de Inovação da Caixa, Lucas Zaccaro, e o gerente de Carteira PJ na Superintendência Executiva de Governo da Caixa, Odácio Andrade Antonio Jr.

Os projetos também foram avaliados pelo professor Sérgio Murilo Schütz, coordenador e docente do curso de ADS do UNICESUSC e referência na área de tecnologia e desenvolvimento de sistemas em Florianópolis.

Esta é a quarta edição do Hackathon Pode Crer que, além do desenvolvimento técnico em programação, design, comunicação e marketing, busca estimular o protagonismo juvenil, o pensamento crítico, a inovação social e a construção coletiva de soluções a partir da escuta e da empatia.

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