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Programa Hortas Solidárias Urbanas de São José é finalista do Prêmio ODS-SC 2023

O resultado será divulgado nos dias 26 e 27 de outubro na Alesc, durante a programação do Fórum Brasil ODS 2023

O Programa Hortas Solidárias Urbanas de São José está entre os finalistas para concorrer à 4ª edição do Prêmio Objetivos de Desenvolvimento Sustentável  de Santa Catarina (ODS-SC). O resultado será anunciado nos dias 26 e 27 de outubro na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, dentro da programação do Fórum Brasil ODS 2023.

Foram dois meses de classificação e avaliação dos projetos inscritos nas seis categorias: Empresa Pública ou Privada; Instituição de Ensino; Organização da Sociedade Civil; Organização de Classe; Pessoa Física e Poder Público.

O Prêmio ODS SC 2023 busca reconhecer e valorizar ações em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) feitas por membros do Movimento Nacional ODS Santa Catarina.

Da horta para a mesa

As hortas solidárias urbanas de São José buscam transformar a visão das comunidades sobre os terrenos, que são usados como descarte de resíduos irregulares. Essa mudança permite melhorar a qualidade sanitária do local, com atividades prazerosas, que estimulam a socialização, o trabalho com a terra, oportunidade de emprego e geração de renda.

O programa é apadrinhado pela primeira-dama do Município de São José, Sandra Mikulski, que atribui o sucesso da iniciativa graças à união entre as pessoas. “Este sonho da horta é de muitas pessoas. Nosso programa vai além de dar o terreno, a Prefeitura entrega toda a estrutura para o funcionamento da horta”.

Até o momento foram criadas quatro hortas solidárias nos bairros Ipiranga, Forquilhas, Morar Bem e Areias. A iniciativa tem como finalidade o cultivo de hortaliças, legumes, floricultura e paisagismo no âmbito municipal e faz aproveitamento e conservação de espaços ociosos, com intuito de proporcionar qualidade de vida.

Neste espaços, que eram ociosos, foram cultivados por moradores pés de alface, couve, rúcula, almeirão e escarola, entre outras. O perfil do programa é que todos os produtos cultivados nas hortas sejam totalmente orgânicos, livre de agrotóxicos e qualquer química, usando técnicas que preservem essa característica. Até o fim da atual gestão municipal estão previstas 10 hortas solidárias.

As hortas solidárias urbanas procuram envolver a comunidade local, por meio de articuladores, como a participação da Associação de Moradores, escolas, creches, grupos de idosos e grupos de mulheres. Nesse sentido, também se destaca por oportunidades de emprego e renda para jovens de comunidades vulnerabilizadas. Os envolvidos poderão comercializar os produtos excedentes e também, as ações de educação ambiental e cidadania.

Um exemplo da iniciativa é a horta do bairro Morar Bem. Ela é a de maior em extensão e a mais antiga do Município, com 53 canteiros que atendem à 42 famílias, duas creches e dois colégios. Sua produção pretende atingir aproximadamente de 5 a 6 toneladas/ano, dos mais variados produtos, com aipim, banana, batata doce, feijão, abóbora, beterraba, cenoura, rabanete, temperos variados, repolho, couve, couve flor ,brócolis, alfaces (lisa, crespa, roxa, americana), chicória, pimenta, quiabo, sendo o excedente vendido para gerar renda e gerir a horta. A compostagem utilizada na horta é produzida pelos alunos das escolas.

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