InícioGERALWKoerich conclui etapa decisiva com concretagem da laje de transição no Soul

WKoerich conclui etapa decisiva com concretagem da laje de transição no Soul

Solução de alta complexidade estrutural permitiu otimizar o layout dos apartamentos no pavimento-tipo sem comprometer o fluxo e a quantidade de vagas de garagem no embasamento

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A WKoerich atingiu um marco fundamental no avanço das obras do empreendimento Soul: a conclusão da concretagem da laje de transição. Considerada um dos elementos mais desafiadores do projeto do ponto de vista da engenharia estrutural, a execução desta etapa representa uma verdadeira conquista técnica para a construção civil.

Em edifícios residenciais modernos, conciliar o posicionamento ideal dos pilares nos pavimentos residenciais com a disposição fluida das vagas de estacionamento no embasamento costuma ser um grande desafio arquitetônico. A laje de transição surge exatamente para solucionar essa incompatibilidade. Sua função principal é receber a alta carga vinda dos pilares da torre e redistribuí-la com total segurança para pilares posicionados em novos pontos nos pavimentos inferiores.

“Para viabilizar essa mudança com máxima eficiência e segurança, nós adotamos a tecnologia da laje protendida aliada ao concreto de alta resistência. Nesse sistema, cabos de aço tensionados atuam no interior da estrutura de 20 cm de concreto, aumentando significativamente a capacidade de suporte e a estabilidade global do edifício” explica Guilherme Salgado, engenheiro responsável pela obra.

No Soul WKoerich, essa solução viabilizou a inversão estrutural do alinhamento dos pilares. Na prática, os pilares sobem até determinado pavimento e passam por uma mudança de posicionamento através dos blocos de transição.

Como resultado direto, as plantas dos apartamentos foram liberadas para layouts mais amplos, integrados e funcionais, ao mesmo tempo em que a garagem no embasamento foi preservada com o máximo de espaço livre, garantindo manobras confortáveis e mantendo a quantidade total de vagas sem interferências indesejadas.

“Por trás desse resultado estão muito planejamento, um projeto estrutural cuidadoso e uma execução extremamente precisa. Tratou-se de um processo que exigiu alta densidade de armaduras, cordoalhas de aço para protensão e um controle de qualidade rigoroso em cada detalhe da concretagem”, destaca Salgado. “Assumimos esse alto investimento porque entendemos a importância de entregar vagas de garagem o mais livres e acessíveis possíveis lá embaixo, sem abrir mão de plantas residenciais perfeitas e bem posicionadas nos andares superiores.”

Ainda de acordo com o engenheiro, embora exija um investimento financeiro expressivo e um alto nível de complexidade executiva, razão pela qual muitas construtoras optam por não adotar a solução, a escolha pela transição estrutural reflete o compromisso da empresa com a excelência do produto final.

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